Nas redes, procuradores da Lava Jato reforçam apoio à prisão em 2ª instância

Daniel Weterman

São Paulo

Procuradores da Operação Lava Jato intensificaram nas redes sociais o apoio à possibilidade da prisão de condenados em segunda instância no dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) julga o habeas corpus preventivo do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa em Curitiba, divulgou no Facebook o abaixo-assinado que defende a manutenção do atual entendimento do Supremo, permitindo a prisão após condenação em segundo grau.

"Ninguém é tão supremo que não deva ouvir o povo", escreveu Lima.

Mais cedo, ele havia dito que cada candidato às eleições deste ano deve responder se apoia a prisão em segundo grau e o fim do foro privilegiado.

Para a força-tarefa, conceder um habeas corpus a Lula seria abrir a possibilidade a todos os condenados na operação.

"Em fevereiro de 2016, o STF decidiu pela validade do cumprimento da pena depois de condenação em segunda instância. Esse entendimento foi reafirmado em três julgamentos, posteriormente. Não podemos retroceder!", escreveu no Twitter o coordenação da Lava Jato no Paraná, procurador Deltan Dallagnol.

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