Lula continua no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Luiz Vassallo

São Paulo

Vinte e quatro horas depois de o prazo imposto pelo juiz federal Sérgio Moro - 17h da sexta-feira, 7 - para que Lula se entregasse à Polícia Federal, o ex-presidente continua entrincheirado no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Neste sábado, 7, após intensa negociação: de um lado emissários e advogados do petista, de outro lado a Polícia Federal, ele fez seu último comício antes de dar início ao cumprimento da pena de 12 anos e um mês no caso triplex. À sua plateia ele afirmou que se entregaria à Lava Jato.

"Vou de cabeça erguida e vou sair de peito estufado de lá", afirmou, às 12h55, quando encerrou o comício.

"Eu vou cumprir o mandado (de prisão contra ele) e vocês vão ter que se transformar, cada um de vocês vai se chamar Chiquinha, Zezinho, e todos vocês vão virar Lula e vão andar por esse país e vão ter que saber."

Com o desmonte do comício sobre carro de som, ele voltou ao edifício do sindicato e de lá até agora não saiu. Alguns companheiros de partido, como a presidente do PT Gleisi Hoffmann, e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad já deixaram o local.

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