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Para Dias e Marina, união do centro fracassou devido a divergências de propostas

Daniel Weterman

Osasco

26/09/2018 17h21

Após uma tentativa fracassada de união de candidaturas de centro em torno de Geraldo Alckmin (PSDB) antes do primeiro turno da eleição, os candidatos Marina Silva (Rede) e Alvaro Dias (Podemos) afirmaram que a convergência não foi possível pela discordância de propostas.

Ao chegar para o debate entre presidenciáveis no SBT, nesta quarta-feira, 26, Marina disse que não aceitou se coligar com o "doping da corrupção" e que tentou um diálogo com Ciro Gomes (PDT) e Dias ainda na pré-campanha.

Alvaro Dias, por sua vez, disse que aceitaria uma união se houvesse concordância com seu programa de governo. "Como propostas divergentes não se unem, não houve convergência".

Atrás nas pesquisas de intenção de voto, os dois minimizaram os resultados. Dias defendeu que a 15 dias da eleição seja proibida a divulgação de sondagens. Marina declarou que, "se Deus quiser", vai estar no segundo turno.