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Candidatos ao governo de SP debatem educação e segurança

Cynthia Decloedt

São Paulo

29/09/2018 14h24

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Luiz Marinho, destacou a educação básica como prioridade absoluta para transformar a realidade das pessoas e gerar emprego, em debate promovido neste sábado, 29, pela TV Record. "Investimentos pesado para criar condições para que famílias, inclusive da classe média, pudessem levar suas condições da creche privada para a pública, que é infinitamente superior à privada", disse o petista. A declaração foi em resposta à indagação do governador de São Paulo e candidato à reeleição pelo PSB, Marcio França, que pregou a valorização do salário dos docentes.

França disse ainda que vai modernizar e curso técnico e garantir vagas para todas as crianças que tem necessidade especial, lembrando ter muito orgulho que fez pelas pessoas deficientes. Marinho retrucou lembra que apesar de o PSDB estar no governo há muito tempo, tenderia a herdar uma escola que piorou muito.

Rota

O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Dória, disse no debate da TV Record que se eleito colocará batalhões especiais, envolvendo 300 militares com força de Rota, para reforçar a segurança pública. "Com a Rota ninguém brinca", emendou, dizendo ainda que os batalhões especiais serão apoiados pelo Deic. O candidato afirmou ainda policiais estarão nas ruas dos 645 municípios do Estados, além de bases militares e as delegacias da mulher funcionando 24 horas por dia.

Já o candidato Paulo Skaf (PMDB) afirmou que irá reforçar as Etecs e Fatecs, no debate, aplicando o mesmo modelo do Senai. Segundo ele, o propósito é preparar mão-de-obra para os novos empregos que irão surgir com as transformações que a tecnologia está trazendo para o emprego. "Quero fazer uma transformação na escola do Estado, dando tudo gratuito", afirmou.

Ele defendeu que os dependentes químicos precisam de tratamento, citando parcerias com as igrejas, que tem vagas muito modestas. "Pretendo intensificar essas parcerias com a sociedade", disse.