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Delatado em Operação Calvário diz 'não ter influência' na Saúde do Rio

O ex-presidente da Alerj, Jorge Picciani (MDB) - Estefan Radovicz/Agência O Dia/Estadão Conteúdo
O ex-presidente da Alerj, Jorge Picciani (MDB) Imagem: Estefan Radovicz/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

Pedro Caramuru

São Paulo

10/01/2020 18h23

Sobre as acusações de que teria recibo propina de esquema de corrupção na Paraíba, o ex-deputado federal Leonardo Picciani (MDB-RJ) afirmou, em nota, que das "pessoas citadas" na delação da Operação Calvário, conhece "apenas o ex-deputado Cândido Vaccarezza". Além de Picciani e Vaccarezza (Avante), a delação de Daniel Gomes da Silva, empresário que detinha contratos na área da Saúde do Estado, cita ainda governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

"Ele (Vaccarezza), no entanto, nunca me pediu nada do que está narrado na matéria baseada numa delação premiada. Eu também nunca tive influência na Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, nem tampouco no governo do Estado. Minha atuação sempre foi na Câmara dos Deputados. Portanto, os fatos narrados por este delator, que nunca vi nem conversei, só podem ser atribuídos a má-fé", afirma Picciani.

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