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Estado de SP tem nova queda de óbitos por covid; Barretos entra na fase amarela

Priscila Mengue

26/10/2020 16h50

O Governo do Estado de São Paulo voltou a anunciar índices de redução de óbitos, casos e internações do novo coronavírus, em que a média diária está semelhante ou inferior à registrada em maio. Com esse cenário, decidiu-se liberar visitas a cemitérios no Dia de Finados e a abertura de parques estaduais nos fins de semana.

O Estado também fez uma nova alteração no mapa do Plano São Paulo, de reabertura econômica, em que a região de Barretos saiu da fase laranja para a amarela, que prevê mais flexibilidade na quarentena. A mudança foi publicada no Diário Oficial de sábado, 24.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen, a mudança já era prevista quando houve a regressão da região no caso de voltar a ter indicadores de estabilidades nas duas semanas seguintes, o que ocorreu.

Em relação à última semana epidemiológica, o Estado como um todo teve quedas de 4% em número de casos, de 5% em óbitos e de 2% em internações, com uma média diária de 3,8 mil casos confirmados, a menor desde a última semana de maio. Ao todo, foram 1.092.843 casos entre moradores de São Paulo desde o início da pandemia, dos quais 38.753 terminaram em morte.

Outro índice que teve queda foi o de óbitos, com média diária de 105 na última semana epidemiológica, a menor ao menos desde o fim de abril, mesma situação das internações, que estão na média diária de 945.

Hoje, o Estado tem 3.107 pacientes na UTI com suspeita ou confirmação de covid-19, enquanto outros 3.919 estão na enfermaria. A média de ocupação de leitos de UTI é de 39,3% no território estadual, enquanto é de 39,9% na Grande São Paulo.

Na coletiva, o coordenador executivo do Centro de Contingência, João Gabbardo, destacou ainda a redução da abrangência da mortalidade. Segundo ele, nos últimos sete dias, cerca de 70% dos municípios paulistas não tiveram óbito confirmado por covid-19, porcentagem que é de 58% nas últimas duas semanas.

"Nós ainda não pensamos numa segunda onda no Brasil porque acabamos de sair de uma situação de platô,e estamos em uma curva descendente, agora em uma velocidade maior. Óbvio temos que ter aprendizado do que está acontecendo na Europa hoje", declarou, referindo-se ao aumento de casos recente em países europeus.

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