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Sem embasamento, Bolsonaro diz que se vacina for efetiva, mais 2 meses voltamos à normalidade

Bolsonaro reconheceu que "muitas" pessoas morreram para a doença, em contraste com declarações anteriores em que disse não ser "coveiro" - Adriano Machado/Reuters
Bolsonaro reconheceu que "muitas" pessoas morreram para a doença, em contraste com declarações anteriores em que disse não ser "coveiro" Imagem: Adriano Machado/Reuters

Pedro Caramuru e Daniel Galvão

São Paulo

30/07/2021 23h27

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira, 30, que espera em até dois meses que o país retorne à normalidade, após crise causada pela covid-19, desde que as vacinas contra a doença sejam efetivas, algo comprovado pelos testes clínicos até então.

Entre os motivos para a retomada, o presidente citou a taxa de pessoas que já receberam ao menos uma das doses de vacina contra o novo coronavírus, atualmente, em 70% dos adultos elegíveis para receberem, ou 99,5 milhões de pessoas.

Mesmo com a efetividade das vacinas, os cientistas ainda não falam em normalidade. A variante delta do coronavírus tem levado países que já alcançaram uma alta taxa de imunização a adotar novas restrições.

Em entrevista ao Programa do Ratinho, no SBT, Bolsonaro reconheceu que "muitas" pessoas morreram para a doença, em contraste com declarações anteriores em que disse não ser "coveiro" ou contestar quais ações poderia tomar. "Foram muitas mortes. Ninguém esperava que chegava a esse ponto", completou o presidente.

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