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Queiroga recua e intervalo entre doses da AstraZeneca volta para 12 semanas

18.ago.2021 - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante entrevista coletiva em Brasília (DF) - Mateus Bonomi/AGIF/Estadão Conteúdo
18.ago.2021 - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante entrevista coletiva em Brasília (DF) Imagem: Mateus Bonomi/AGIF/Estadão Conteúdo

Matheus de Souza e Eduardo Gayer

Do Estadão Conteúdo

16/09/2021 17h52Atualizada em 16/09/2021 18h17

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje o recuo da pasta com relação ao intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina AstraZeneca, contra covid-19. Após reduzir o intervalo da aplicação entre as doses do imunizante de 12 para 8 semanas, o ministro informou que, devido à falta da vacina, a pasta decidiu manter o intervalo maior, em 12 semanas.

"Nós já havíamos falado em oito semanas, porque havia previsão de mais doses da AstraZeneca" afirmou.

Segundo o ministro, não há doses suficientes para encurtar o intervalo porque estados e municípios estariam aplicando AstraZeneca de forma "inadvertida". Esta é uma reclamação recorrente de Queiroga, que voltou a afirmar que o país tem um excesso de vacinas. "Quando digo que tem excesso, é porque estão aplicando em quem não deve", provocou.

Queiroga justificou que a diminuição do intervalo da vacina da AstraZeneca era uma medida para lidar com o combate da variante delta no País. Apesar de afirmar que a variante preocupa, o ministro avaliou que a cepa não impactou o país como foi em outros lugares, como os Estados Unidos.

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