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24/04/2007 - 15h23

Polícia usa gravações para investigar matadores em PE

São Paulo - Uma força-tarefa da Polícia Civil de Pernambuco inicia hoje, em Caruaru, reuniões para definir o método de investigação dos mais de mil homicídios ocorridos nos últimos cinco anos no Agreste do Estado. De acordo com o delegado Joel Venâncio, do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa, os primeiros casos investigados estarão relacionados às escutas telefônicas da quadrilha, realizadas pela Polícia Federal com autorização da Justiça. Foram gravados 900 minutos de ligações telefônicas durante as investigações, que tiveram início em janeiro.

Vinte e nove envolvidos permanecem presos na capital pernambucana desde o último dia 12, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Aveloz. No entanto, outros suspeitos ainda estão sendo procurados. Os crimes eram encomendados a um grupo de extermínio formado por assassinos profissionais, empresários, policiais militares e comerciantes por preços que chegavam a R$ 5 mil.

A cada 30 dias será elaborado um relatório, informando o andamento das investigações. "Vamos contar com apoio de juízes e promotores de Caruaru para que possamos fazer um esforço no sentido de concluir os inquéritos abertos nas delegacias da região, onde o grupo é apontado como autor de homicídios", disse Venâncio. As informações são da Agência Brasil.

Fabiana Marchezi

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