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26/06/2007 - 09h58

Funcionários da USP vão relatar estragos na reitoria

São Paulo - Os cerca de mil funcionários da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) voltaram ontem a trabalhar no prédio, que ficou ocupado por 50 dias por estudantes. A reitora Suely Vilela determinou que, até hoje, ninguém pode entrar se não trabalhar no local. Segundo nota divulgada por ela, os funcionários participaram de uma reunião em que receberam formulários para relatar danos ou sumiço de documentos de seus departamentos. Caso sintam falta de documentos pessoais, devem fazer boletim de ocorrência. Um levantamento deve ser concluído em 20 dias.

A reitora Suely não quis dar entrevistas, mas funcionários do prédio informaram que praticamente todas as paredes terão de ser pintadas porque há marcas de mãos, pés, pichações e cola de cartazes. O gabinete da reitora não foi invadido, mas as salas de suas secretárias e assessores estavam reviradas.

Procurados pelo jornal O Estado de S. Paulo, alunos da antiga comissão de comunicação da ocupação disseram que não poderiam se pronunciar antes de sua assembléia-geral, hoje, às 18 horas. "O movimento fala por si só, a reitoria foi desocupada para ocuparmos o resto da USP", foi a única mensagem. Os estudantes da USP saíram da reitoria, mas se mantêm em greve, diferentemente de professores e funcionários. A assembléia de hoje pode votar o fim da paralisação. Ontem não houve aulas na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras porque os alunos faziam assembléias em seus cursos.

AE

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