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29/07/2007 - 20h40

Jobim deve criar comitê contra crise aérea

De Ana Paula Scinocca e Rui Nogueira
Em Brasília
O novo ministro da Defesa, Nelson Jobim, deve criar uma espécie de gabinete da crise para atacar o apagão aéreo, à semelhança da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica (CGE) criada no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Jobim passou o dia consultando assessores, amigos e técnicos deste governo e da gestão FHC para refazer a memória das providência tomadas à época do quase apagão elétrico (2001-2002).

Jobim, não decidiu se usará o Conac como "coração" do gabinete da crise do apagão aéreo, mas, em conversas com interlocutores, ele avaliou que a urgência é de tal ordem que é preciso montar alguma estrutura que tome decisões imediatas e trabalhe fora da agenda tradicional do Ministério da Defesa, do Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Os investimentos de curtíssimo prazo, por exemplo, precisam ser decididos pelos ministros da Fazenda e do Planejamento nesse gabinete da crise, sem submeter a liberação aos tradicionais ritos de empenho e execução orçamentários. Jobim quer que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) também integre o comitê de crise.

Paralelamente às providências de adequação da demanda às rotas e à capacidade de atendimento das companhias aéreas, Jobim já tem em mãos uma lista de investimentos envolvendo equipamentos para torres de controle e salas de meteorologia, por exemplo. E quer tomar logo uma decisão sobre a terceiro pista do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP).

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