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14/02/2008 - 12h37

Bolsas de NY abrem em baixa, à espera de Bernanke

Nova York - O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York abriu o pregão regular em baixa e cedia 0,17% a 12.530 pontos, às 12h33, contrariando a indicação dos índices futuros, que operaram em alta pela manhã. O Nasdaq também abriu em baixa e recuava 0,51% a 2.361 pontos. O S&P 500 perdia 0,15% a 1.365 pontos.

Prevalece a cautela no mercado de ações com a espera do depoimento do presidente do banco central americano (Fed), Ben Bernanke, no Comitê de Bancos do Senado, às 13 horas (de Brasília). Os resultados dos pedidos de auxílio-desemprego na semana e do déficit comercial norte-americano de dezembro podem favorecer as Bolsas, mas o rumo do mercado dependerá muito mais do que Bernanke dirá sobre a situação da economia americana.

Os mercados querem saber a visão de Bernanke sobre a economia e se o aumento nas vendas do varejo nos EUA em janeiro, que surpreendeu os mercados ontem (esperava-se queda), foi um dado isolado de recuperação ou um sinal sobre os próximos indicadores econômicos. Nova York teve um dia positivo ontem graças ao aumento de 0,3% das vendas no varejo em janeiro, dado que contrariou as previsões de queda de 0,4%. O índice Dow Jones subiu 1,45%, o Nasdaq avançou 2,32% e o S&P 500 fechou em alta de 1,36%.

Os indicadores econômicos divulgados esta manhã nos EUA foram bem recebidos no pré-mercado. O número de norte-americanos que entrou pela primeira vez com pedido para auxílio-desemprego caiu em 9 mil, para um total de 348 mil, na semana que terminou em 9 de fevereiro. Analistas ouvidos pela Dow Jones previam queda de 6 mil, para 350 mil.

Já o déficit comercial dos EUA diminuiu em dezembro de 2007, apesar do nível recorde do preço do petróleo importado. O saldo da balança foi de US$ 58,76 bilhões em dezembro, 6,9% menor que o de novembro passado.

Na ponta negativa, as ações do banco suíço UBS caíram 5,8% antes da abertura, depois que o banco confirmou os resultados do quarto trimestre e de 2007. O banco registrou prejuízo de 12,45 bilhões de francos suíços (US$ 11,22 bilhões) no quarto trimestre e informou também uma baixa contábil de US$ 13,7 bilhões relacionada à crise imobiliária norte-americana. As informações são da Dow Jones.

Carolina Ruhman

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