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29/12/2008 - 08h15

Hospital de câncer completa 10 anos e busca expansão

São Paulo - O Instituto de Oncologia Pediátrica do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc), um dos principais centros desse tipo do Brasil, completou dez anos em 2008 com o desafio de crescer. Nos últimos anos, o número de casos novos de câncer detectados anualmente na unidade, que é filantrópica e vinculada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), estacionou na casa dos 200. Uma das explicações para a lotação é a chegada de cada vez mais casos complexos de todas as partes do País, o que exige maior tempo de internação e tratamentos caros.

"Já não podemos aceitar alguns pacientes em razão dos níveis de ocupação. Um sai e outro já entra à tarde, chegamos ao limite", afirma o diretor-geral da unidade, Antonio Sérgio Petrilli, chefe da disciplina de Oncologia Pediátrica da Unifesp e um dos principais especialistas em câncer infantil do País. A idéia da instituição é voltar a mobilizar a sociedade e os governos para aumentar o hospital, cujos 11 andares foram bancados por empresas e organizações não-governamentais.

O modelo de financiamento do hospital do Graacc foi inspirado no de grandes instituições norte-americanas, especialmente o St. Jude Children"s Research Hospital, em Memphis. As doações fazem parte do orçamento, ou seja, como afirma Petrilli, há uma previsão de quanto será necessário arrecadar além do faturamento obtido com internações do Sistema Único de Saúde (SUS) e de um pequeno porcentual de atendimento de convênios (5%). Atualmente, as doações compõem cerca de 50% da previsão de recursos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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