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31/03/2009 - 14h35

Bolsas da Europa perdem mais de 10% no 1º trimestre

Londres - Os principais índices do mercado de ações europeu terminaram em alta no último dia do primeiro trimestre, com bancos recuperando parte das perdas registradas em sessões anteriores e conduzindo o mercado para o território positivo.

O índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 subiu 3,5%, para 176,39 pontos, acumulando alta de 2% no mês e queda de 10,38% no trimestre - sétimo trimestre consecutivo de perdas.

Em termos de mercados locais, o índice londrino FTSE-100 ganhou 163,23 pontos, ou 4,34%, para 3.926,14 pontos. No mês, o índice avançou 2,50%, enquanto no trimestre registrou perdas de 11,45%. Na Bolsa de Paris, o CAC-40 teve alta de 88 pontos, ou 3,24%, para 2.807,34 pontos, acumulando ganhos de 3,88% no mês e queda de 12,76% no trimestre. Em Frankfurt, o índice Xetra-DAX avançou 95,53 pontos, ou 2,39%, para 4.084,76 pontos. No mês, o índice subiu 6,27%, enquanto no trimestre registrou perdas de 15,08%. Em Madri, o índice Ibex-35 teve alta de 213,90 pontos, ou 2,81%, para 7.815 pontos, acumulando ganhos de 2,54% no mês e queda de 15,01% no trimestre.

Entre as ações do setor financeiro, o HSBC subiu 6,61%, o Standard Chartered avançou 8,58% e o BNP Paribas teve alta de 6,79%. As ações do Fortis ganharam 2,99%. Apesar disso, no trimestre, os bancos caíram 17,7% e as seguradoras recuaram 26,5%, em meio a receios sobre estatizações.

"Os bancos estão sendo conduzidos inteiramente pelo sentimento no momento. Ou valem muito menos do que o preço atual ou muito mais, mas ninguém tem muita certeza de qual é a situação", disse Oliver Russ, gerente de fundos da Argonaut Asset Management.

Na segunda-feira, os mercados acionários de todo o mundo foram pressionados por receios sobre a saúde da indústria automotiva norte-americana. No entanto, as ações da Fiat subiram 10,30% hoje em Milão. A companhia italiana está negociando para investir na norte-americana Chrysler.

Por outro lado, a Porsche teve queda de 4,48%. Embora tenha divulgado um salto significativo no lucro do primeiro semestre fiscal devido a acordos acionários com a Volkswagen, a montadora anunciou que a dívida líquida cresceu de 3,1 bilhões de euros para 9 bilhões de euros no período. As informações são da Dow Jones.

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