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16/04/2009 - 12h44

Petróleo sobe, mas é cotado abaixo de US$ 50 em NY

Nova York - Os preços dos contratos futuros do petróleo bruto estão em leve alta, ganhando força em meio a sinais de que a recessão econômica norte-americana pode estar perto do fim após a divulgação dos dados de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA e do resultado do banco JPMorgan no primeiro trimestre. Ambos foram melhores do que a expectativa do mercado.

Às 12h35 (de Brasília), os contratos futuros do petróleo com vencimento em maio negociados na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) subiam US$ 0,30, ou 0,61%, para US$ 49,55 o barril. Em Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent para junho ganhava US$ 0,72, ou 1,37%, para US$ 53,16 o barril.

O preço dos contratos futuros do petróleo ganhou impulso após dados divulgados pelo Departamento de Trabalho dos EUA mostrarem que o número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu na semana encerrada em 11 de abril. O dado, aliado ao resultado do JPMorgan no primeiro trimestre - que superou as expectativas de analistas -, mostrou que há luz no fim do túnel tanto para o mercado de trabalho quanto para o setor bancário, segmentos que foram bastante impactados pela crise.

Uma eventual recuperação na economia dos EUA ajudaria a elevar a demanda por petróleo e consequentemente reduziria os estoques da norte-americanos da commodity, que atingiram o maior nível desde setembro de 1990 na semana passada, segundo dados do Departamento de Energia do país. O volume elevado de estoques reforça que o mercado de petróleo opera atualmente com uma oferta excessiva de barris e ajuda a limitar o avanço dos preços da commodity para além da faixa dos US$ 50 o barril.

O vencimento das opções do contrato de maio da Nymex no final do pregão de hoje pode exagerar a oscilação dos preços. Os detentores de opções precisam que os contratos futuros superem um determinado valor para obter lucro. No caso do contrato de maio, interessa a um número significativo de investidores que os preços permaneçam acima de US$ 50 o barril. As informações são da Dow Jones.

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