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02/09/2009 - 18h35

Petróleo fecha estável a US$ 68,05 o barril em NY

Nova York - O preço futuro do barril de petróleo permaneceu estável hoje, em meio a renovadas dúvidas sobre a economia, mesmo com a informação divulgada mais cedo de que os estoques da gasolina tiveram uma baixa de quase três milhões de barris na semana passada nos Estados Unidos.

O barril de petróleo leve com entrega para outubro ficou em US$ 68,05 na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). O barril do Brent, negociado no mercado eletrônico ICE, fechou com preço de US$ 67,63, com perda de US$ 0,10 sobre o preço de ontem.

No começo da sessão, houve um rali no preços do petróleo, após o Departamento de Energia do governo americano reportar uma queda de 372 mil barris nos estoques, além de uma queda muito acima da esperada nos estoques americanos de gasolina, de quase 3 milhões de barris. Os estoques de petróleo e gasolina nos EUA oscilaram durante boa parte deste ano, enquanto a demanda se manteve fraca, mas os estoques de ambos os produtos começaram a se retrair em agosto.

De qualquer maneira, a demanda ainda está fraca, mesmo após o consumo de gasolina ter mostrado crescimento nos dados mais recentes. Dirigir através dos EUA tende a ser algo menos frequente após o feriado do Dia do Trabalho, 7 de setembro, o que tornará a gasolina menos relevante para os preços do petróleo. "A gasolina respondeu quase totalmente pelo aumento da quantidade na demanda", escreveu Antoine Halff, analista no New Edge Group. "Se o aumento sobre uma base muito baixa pode ser sustentado, ou se é apenas uma correção, essa é a dúvida".

Alguns especuladores podem ter saído do mercado após o Deutsche Bank anunciar ontem mais tarde que resgatará no dia 9 a totalidade das ações, no valor de US$ 425 milhões, que possui no fundo PowerShares DB Crude Oil Double Long Exchange, que opera nos mercados futuros do petróleo.

Trata-se da primeira baixa provocada pela promessa de maior fiscalização por parte da Comissão de Comércio de

Commodities e Futuros (CFTC, na sigla em inglês) sobre os fundos alavancados ETFs, acusados de provocar distorções nos preços de energia e produtos agrícolas.

Além do fundo Powershares DB, outros também adotaram posições longas, ou apostas de que o preço do petróleo irá subir. A ausência dos fundos poderá remover um apoio maior para os preços, embora os fundos insistam que a presença deles no mercado não altera os preços. As informações são da Dow Jones.

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