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03/09/2009 - 18h16

Petróleo tem segundo dia seguido de rara estabilidade

Nova York - Os preços futuros do barril de petróleo fecharam com leve queda, em meio a persistentes preocupações com a fraca demanda nos Estados Unidos e aos estoques em níveis elevados. O pequeno declínio se segue a um fechamento estável ontem, o primeiro desde 12 de janeiro de 2006. A relativa estabilidade dos últimos dias contrasta com a volatilidade do mês passado, quando o barril oscilou US$ 10 entre as mínimas e as máximas, sendo negociado na faixa de US$ 65 e US$ 75.

O petróleo leve, com vencimento em outubro, fechou com queda de US$ 0,09, ou 0,13%, em US$ 67,96 o barril, no menor nível desde 17 de agosto na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). Já o barril do petróleo Brent, negociado no mercado eletrônico ICE, fechou cotado em US$ 67,12, queda de US$ 0,54. O volume de negócios foi fraco, à espera do feriado prolongado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos na segunda-feira, 7 de setembro.

Nos últimos dez anos, o preço futuro de petróleo da Nymex ficou estável em apenas seis sessões, incluída a quarta-feira desta semana. Em contraste, desde 31 de dezembro, os mercados futuros do petróleo oscilaram em mais de 10% em apenas um dia em seis sessões.

Corretores notaram que mesmo notícias sobre atrasos em carregamentos de petróleo, provocados por tempestades, de parte de uma das maiores empresas refinadoras do mundo, provocaram pouca agitação no mercado. A tempestade tropical Érica interrompeu carregamentos de petróleo na refinaria Hovensa em St. Croix, que fica nas Ilhas Virgens (território não incorporado dos EUA no Caribe), instalação que é detida em parceria entre a Hess Corp. e a estatal petrolífera de Venezuela. A Hovensa informou que não fechará a refinaria por causa da tempestade, enquanto a guarda costeira americana disse que os portos da ilha de St. Croix serão reabertos na sexta-feira. A refinaria da Hovensa fornece destilados e gasolina à Costa Leste dos EUA, mas os dados do governo americano mostram que atualmente esses produtos têm estoques 41% e 18% superiores ao nível de um ano.

A Opep terá uma reunião em 9 de setembro em Viena e vários ministros da organização têm defendido a manutenção de limites à produção. As informações são da Dow Jones.

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