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04/01/2010 - 12h38

Bolsas de NY abrem em alta com declarações do Fed

Nova York - Os índices das Bolsas de Nova York abriram em alta no primeiro pregão de Wall Street em 2010, depois que as duas principais autoridades do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americana) indicaram no final de semana que os juros devem continuar em níveis baixos nos próximos meses. O avanço das commodities contribuía para o bom humor do mercado. Às 12h35 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,65%, o Nasdaq 100 avançava 1,22% e o S&P 500 tinha alta de 0,82%.

Ontem, o presidente do Fed, Ben Bernanke, afirmou em discurso que políticas regulatórias e de supervisão, ao invés da política monetária, são as responsáveis pelo rápido aumento nos preços de moradias nos Estados Unidos no início dos anos 2.000 e o vice-presidente do Fed, Donald Kohn, disse que o uso da política de aperto para afastar ameaças provenientes do aumento nos preços de ativos "pode ser caro".

No mundo, a atividade industrial da China subiu em dezembro no ritmo mais forte em muitos anos, com base em dados compilados por duas pesquisas. Um índice similar no Reino Unido mostrou a expansão mais rápida em 25 meses. Nos EUA, o Instituto de Gestão de Oferta divulga hoje, às 13 horas (de Brasília), o índice de atividade industrial de dezembro, e a expectativa é de aumento para 54,0, de acordo com economistas. No mesmo horário, saem os dados de gastos com construção em novembro.

Entre as empresas que devem ser destaque, a suíça Novartis fez uma oferta para comprar a participação de acionistas minoritários da Alcon, companhia de produtos para olhos, oferecendo 2,70 ações da Novartis para cada ação da Alcon. Isto é o equivalente ao preço de US$ 153 por ação, ou um total de US$ 11,2 bilhões. Separadamente, a Novartis exerceu uma opção de compra dos 52% da Nestlé na Alcon por US$ 28,1 bilhões. No pré-mercado, a Alcon subiu 3%. A Chesapeake Energy avançou 4,9% no pré-mercado, após ter fechado um pacto de US$ 2,25 bilhões com a Total para vender uma fatia de 25% nos ativos de gás de xisto da Barnett.

A Kraft Foods também deve estar no foco depois de notícias na imprensa britânica de que a norte-americana se prepara para aumentar a oferta pela Cadbury. Um jornal italiano informou que a Ferrero se reuniu com empresas e a Hershey sobre lançarem uma contraoferta conjunta. No setor de mídia, a Fox Network, da News Corp., e a Time Warner Cable fecharam um acordo para manter a rede Fox no ar para milhões de residências por meio da rede da Time Warner.

E no setor de varejo, a Wal-Mart Stores planeja cortar custos com a cadeia de fornecedores por meio da combinação das compras das lojas em diversos países, em uma nova etapa da globalização dos negócios, de acordo com uma reportagem do Financial Times, citando o diretor de lojas nos EUA da Wal-Mart, Eduardo Castro-Wright. As informações são da Dow Jones.

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