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14/01/2010 - 12h35

Bolsas de NY abrem em baixa com indicadores ruins

Nova York - Os índices das Bolsas de Nova York abriram em baixa o pregão regular, enquanto os investidores digerem os dados piores que o esperado de vendas no varejo e pedidos de auxílio-desemprego dos Estados Unidos, e adotam cautela antes da divulgação de balanços importantes, com Intel hoje e JPMorgan amanhã. Às 12h33 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,11%, o Nasdaq cedia 0,03% e o S&P 500 perdia 0,16%.

As vendas no varejo dos EUA caíram 0,3% em dezembro, contrariando as expectativas de economistas de aumento de 0,5%. Mas as vendas de novembro foram revisadas para alta de 1,8%, de dado original que mostrava aumento de 1,3%. O número de novos pedidos de auxílio-desemprego requeridos na semana passada - até o dia 9 - aumentou em 11 mil para 444 mil pedidos, contrariando uma expectativa de declínio de 4 mil pedidos dos analistas.

Depois do fechamento do pregão regular, a maior fabricante mundial de microchips, a Intel, publica seu balanço do quarto trimestre. "Talvez o mercado esteja aguardando o início real da temporada de balanços hoje com a Intel divulgando resultado depois do fechamento e nos guiando para os resultados do JPMorgan amanhã", disse Jim Reid, estrategista do Deutsche Bank.

A indústria de serviços financeiros também está em destaque hoje com o governo Obama devendo propor uma tarifa especial de 10 anos sobre grandes instituições financeiras para reembolsar os contribuintes. Se for aprovada pelo Congresso, a nova taxa, que a Casa Branca chama de "taxa de responsabilidade pela crise financeira" forçará cerca de 50 bancos, companhias seguradoras e grandes broker-dealers a pagarem ao governo federal quase US$ 90 bilhões ao longo de 10 anos, informou o Wall Street Journal, citando fontes na Casa Branca.

Em outros setores, a Hershey autorizou uma proposta pela britânica Cadbury, que tenta resistir a uma oferta de aquisição da Kraft Foods, segundo reportagem do Financial Times. A gigante de metais Rio Tinto divulgou aumento de 49% na produção de minério de ferro, devido à demanda chinesa. As informações são da Dow Jones.

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