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14/01/2010 - 19h36

Petróleo fecha em baixa a US$ 79,39 por barril em NY

Nova York - O petróleo fechou pelo quarto dia seguido em baixa nesta quinta-feira, após dados decepcionantes do mercado de trabalho e do setor de varejo nos EUA terem despertado preocupações com a saúde da recuperação econômica. O contrato do petróleo com vencimento em fevereiro negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) recuou US$ 0,26, ou 0,33%, para US$ 79,39 por barril, com mínima de US$ 78,92 e máxima de US$ 80,36 ao longo da sessão.

Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para fevereiro - que vence hoje - caiu US$ 0,49, ou 0,63%, para US$ 77,82 por barril. O contrato do petróleo tipo Brent para março perdeu US$ 0,25, ou 0,32%, para US$ 78,57 por barril.

O Departamento de Trabalho informou que o número de novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou em 11 mil na semana passada, contrariando a previsão dos economistas, que era de queda de 4 mil. O número total de norte-americanos que recebiam o benefício, no entanto, recuou, num sinal de que o ritmo de perdas de empregos pode estar diminuindo.

Além disso, o Departamento de Comércio informou que as vendas no varejo cederam 0,3% em dezembro, ante às previsões de aumento de 0,5%. A queda ocorreu apesar da temporada de compras, indicando que os gastos dos consumidores, um propulsor importante para a demanda de derivados de petróleo, como a gasolina, ainda estão limitados.

Os negócios, no entanto, estiveram voláteis ao longo do dia, com os contratos alternando os territórios negativo e positivo e os fundamentos ruins disputando espaço com uma tentativa de alta após as perdas acentuadas desta semana. Parte das compras ocorridas durante o pregão que fizeram com que o petróleo ficasse em território positivo resultou da busca de proteção contra a inflação, apontou o analista Mike Fitzpatrick, da MF Global em Nova York. Mas o mercado depois não conseguiu sustentar a alta acima dos US$ 80 o barril, porque a oferta elevada limitou os ganhos, disse o corretor Tony Rosado, da GA Global. O vencimento de opções de fevereiro para os futuros de petróleo também contribuiu para a volatilidade. As informações são da Dow Jones.

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