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01/02/2010 - 08h18

Bolsas europeias têm sinais opostos e observam cautela

Londres - As principais bolsas europeias operam de maneira divergente na manhã de hoje, com os investidores à espera de dados econômicos que possam oferecer mais pistas sobre o vigor da recuperação global após a queda dos mercados na semana passada. Segundo o estrategista Mislav Matejka, do JPMorgan, agora que uma correção está em andamento, o sentimento geral é de que é melhor esperar, já que há muita incerteza.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos melhor do que o esperado divulgado na última sexta-feira parece ter reparado parte dos estragos da semana passada, mas o respiro teve vida curta, segundo o estrategista Ian Williams, da Altium Securities. "Isso ressalta o quanto o apetite do investidor pelo risco diminuiu nas últimas semanas. Com um cenário técnico instável para os índices globais, uma melhoria imediata parece improvável", disse ele.

Às 8h15, a bolsa de Londres subia 0,29%, recuperando-se das perdas registradas mais cedo. O mercado era ajudado pela alta do índice dos gerentes de compras (PMI) do Reino Unido para 56,7 em janeiro, o maior nível em 15 anos; analistas esperavam que o índice fosse ficar em 54,0 no mês passado. O PMI da zona do euro, enquanto isso, subiu de 51,6 em dezembro para 52,4 em janeiro, melhor que a previsão de 52,0. No mesmo horário acima, Frankfurt subia 0,02% e Paris cedia 0,19%. Os investidores estarão de olho no índice de atividade do Instituto para a Gestão da Oferta nos EUA a na apresentação do Orçamento para o ano fiscal de 2011.

No câmbio, o euro subia para US$ 1,3908, enquanto o dólar avançava para 90,35 ienes. Apesar do ganho da moeda europeia, analistas dizem que a perspectiva para a divisa continua fraca. "Ninguém quer ficar com euros agora", disse a diretora de pesquisa de câmbio da GFT Forex, Kathy Lien. "Ninguém acredita que a Grécia seja capaz de resolver seus problemas, e as iniciativas recentes não serão suficientes para mudar sua situação fiscal", afirmou. O contrato futuro do petróleo com vencimento em março, por sua vez, subia 0,32%, para US$ 73,12 o barril em Nova York. As informações são da Dow Jones.

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