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08/02/2010 - 14h50

Citigroup mantém recomendação para ações brasileiras

Nova York - O Citigroup elevou o grau de classificação das ações do México para "overweight" - acima da média do mercado - e manteve a recomendação de compra dos papéis do Brasil, embora tenha ressaltado que os ativos brasileiros estão entre os mais caros da América Latina.

Segundo os analistas do banco, os preços das ações mexicanas são atraentes e o país deve ser beneficiado pela recuperação da economia dos EUA, pela provável manutenção dos juros baixos até setembro e pela baixa volatilidade do peso. Além disso, administradores de fundos de pensão aparentemente estariam entrando no mercado em determinados níveis de suporte técnico.

A meta de final de ano do Citigroup para a Bolsa do México foi mantida em 35 mil pontos. Na sexta-feira, o índice IPC do mercado de ações mexicano fechou a 30.630,73 pontos. Entre as ações de empresas do país, o banco recomenda as da América Movil, da varejista Organización Soriana, da engarrafadora Coca-Cola Femsa, da construtora Corporación Geo, do conglomerado de mineração Grupo Mexico, do grupo Alfa e do Banco Compartamos.

Os analistas do Citigroup afirmaram que o México tem condições de superar o desempenho do Chile, cujo desempenho ficou 16% abaixo da média dos demais países latino-americanos desde novembro. Por conta disso, o banco diminuiu sua recomendação para o mercado de ações do Chile para "underweight", além de retirar o setor chileno de papel e celulose de sua lista de recomendações.

Embora o Brasil seja um dos mercados mais caros no momento, juntamente com o Peru, "é muito tarde para vender" papéis brasileiros, avaliaram os analistas. O Citigroup manteve a classificação "overweight" para as ações do Brasil, acrescentando os papéis da AmBev à sua lista de recomendações. Já as ações da Ultrapar e da Telemar foram removidas dessa lista.

Na América Latina, o setor mais atraente em termos de desempenho histórico é o de bens de consumo discricionários. Os segmentos industrial, financeiro e de bens de consumo essenciais são os mais caros, segundo o Citigroup.

"Não acreditamos que as ações dos mercados emergentes ou da América Latina estão em um território de bolha", afirmaram os analistas. As informações são da Dow Jones.

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