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22/02/2010 - 11h37

Bolsas de Nova York abrem em alta com otimismo global

Nova York - As Bolsas de Nova York abriram em alta hoje. Desde o início do dia, o mercado é beneficiado pelo clima de otimismo com o vigor da recuperação econômica global, mas os futuros ganharam força com a divulgação do índice de atividade nacional do Federal Reserve Bank (Fed, banco central norte-americano) de Chicago. O índice subiu de -0,58 em dezembro para +0,02 em janeiro, atingindo o melhor nível desde maio de 2007.

Além disso, a média móvel trimestral do índice continuou apontando para uma recuperação "na fase inicial" com pressão inflacionária "contida", subindo de -0,47 em dezembro para -0,16 em janeiro e ficando pelo segundo mês seguido acima da marca de -0,70, que correspondeu ao fim da recessão durante quatro crises anteriores.

Às 11h35 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,18%, o Nasdaq ganhava 0,23% e o S&P 500 avançava 0,17%. As preocupações com a situação fiscal da Grécia seguem pesando sobre o euro, mas estão provocando impacto pequeno hoje sobre as ações norte-americanas, disse o economista Kenneth Broux, do Lloyds TSB. Segundo ele, o fechamento do S&P 500 na sexta-feira, que significou um ganho de 3,13% na semana, representa um sinal positivo para as ações dos EUA.

Contribuem para o ambiente positivo algumas notícias corporativas favoráveis, como a compra da Smith pela Schlumberger, por US$ 11 bilhões, consolidando a posição desta empresa como maior fornecedora mundial de serviços para o setor petrolífero. As ações da Smith subiam mais de 6%, mas as da Schlumberger caíam mais de 5% no pré-mercado em Wall Street.

Constellation Energy ganhava 4%, após sair de prejuízo para lucro líquido de US$ 4,42 bilhões no quarto trimestre. A varejista Lowe's informou que seu lucro líquido subiu para US$ 205 milhões no quarto trimestre, de US$ 162 milhões de igual período do ano anterior, superando as previsões de analistas. Suas ações avançavam 1,95%. Campbell também anunciou lucro melhor que as estimativas, de US$ 259 milhões, e seus papéis ganhavam 0,21%.

GlaxoSmithKline, no entanto, operava em baixa em Londres, após o New York Times informar no sábado que o Avandia, medicamento do grupo para diabetes, enfraquece o coração o suficiente para aumentar as chances de ataque e falência cardíaca. O jornal baseou sua reportagem em relatório obtido da FDA, a agência norte-americana para alimentos e remédios. A empresa rejeitou as conclusões. As informações são da Dow Jones.

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