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26/02/2010 - 18h42

Petróleo sobe com dólar fraco e fecha a US$ 79,66

Nova York - Os preços do petróleo nos mercados futuros receberam impulso nesta sexta-feira de um dólar mais fraco e de dados macroeconômicos fortes. A força do petróleo, por sua vez, ajudou a alimentar, mais tarde no dia, as compras de contratos de gasolina e destilados que estão expirando.

O petróleo leve, do contrato futuro com vencimento em abril, teve alta de US$ 1,49 (1,91%), fechando a US$ 79,66 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Considerando as transações no pregão eletrônico, a mínima foi de US$ 77,82 e a máxima foi de US$ 80,05 na Nymex. O petróleo Brent, negociado no mercado eletrônico ICE, teve alta de US$ 1,30 (1,70%) para US$ 77,59 o barril. A mínima foi de US$ 75,91 e a máxima foi de US$ 77,99.

O petróleo ganhou força mais cedo com a fraqueza do dólar, à medida que indicadores melhores que os esperados sobre a economia dos Estados Unidos levaram os operadores para ativos de maior risco. O preço do petróleo tende a se mover na direção oposta à do dólar, uma vez que a moeda americana em queda torna a commodity menos cara para detentores de outras moedas.

O petróleo subiu durante a manhã, quebrando a barreira dos US$ 80 o barril à tarde, em seguida a um relatório do Departamento de Comércio, no qual foi informado que o PIB dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 5,9% durante o quarto trimestre do ano passado. O índice de gerentes de compras de Chicago também deu um retrato positivo das condições econômicas americanas. Mas a reação foi temperada pelo indicador de vendas de casas usadas nos EUA, que mostrou um recuo de 7,2% em janeiro.

O petróleo quebrou rapidamente o importante nível simbólico de US$ 80 o barril antes de recuar levemente no final do dia. O rali quase eliminou a queda de 2,3% nos preços ocorrida na quinta-feira, provocada pela informação de que cresceram os pedidos do auxílio-desemprego e pela alta do dólar, em meio aos temores do déficit em alta do governo do Reino Unido e às preocupações renovadas sobre a situação fiscal da Grécia. As informações são da Dow Jones.

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