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11/03/2010 - 18h21

Petróleo fecha a US$ 82,11 o barril em Nova York

Nova York - O preço do petróleo nos mercados futuros fechou praticamente inalterado nesta quinta-feira, com o mercado enfrentando o temor de que a aceleração da inflação na China leve o país a apertar o crédito, limitando seu apetite por commodities, como o petróleo. Os dados da China se sobrepuseram ao sentimento positivo causado esta semana pelos sinais de aumento da demanda nos EUA que levaram o barril a superar US$ 83,00 ontem.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato do petróleo leve com vencimento em abril fechou em alta de US$ 0,02, ou 0,02%, a US$ 82,11 o barril. No mercado eletrônico ICE, contrato do Brent para abril terminou em queda de US$ 0,20, ou 0,3%, em US$ 80,28 o barril.

O índice de preços ao consumidor da China subiu 2,7% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, acima da estimativa dos economistas consultados pela Dow Jones de alta de 2,4%. Em janeiro, a alta havia sido de 1,5%. O dado de fevereiro alimentou as preocupações de que a China aperte sua política monetária e eleve as taxas de juro numa tentativa de desacelerar sua economia. Isso desencadeou temores de que a China - principal motor do crescimento da demanda global por petróleo - limite seu apetite pelo produto.

Dados positivos sobre o petróleo divulgados pela China esta semana haviam contribuído para a alta dos preços. A taxa de processamento das refinarias atingiu o recorde de 8,35 milhões de barris por dia em fevereiro.

Enquanto isso, dois dados econômicos divulgados hoje pelos EUA não conseguiram dar muito impulso ao mercado. O déficit comercial dos EUA inesperadamente diminuiu 6,6% em janeiro para US$ 37,29 bilhões, segundo o Departamento do Comércio. O Departamento do Trabalho informou que o número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu 6 mil, para 462 mil, após ajustes sazonais, na semana até 6 de março. Economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam queda de 9 mil pedidos.

Na quarta-feira, o petróleo atingiu a máxima em oito semanas e superou brevemente a marca de US$ 83,00 o barril depois de os EUA informarem uma queda acima do previsto dos estoques de gasolina e destilados e um aumento na demanda por petróleo. Segundo John Kilduff, da corretora Round Earth Capital, de Nova York, o petróleo precisa de mais dados macroeconômicos positivos para sustentar o atual nível elevado dos preços. As informações são da Dow Jones.

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