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16/03/2010 - 08h50

Greve de professores em SP é eleitoral, diz Paulo Renato

Em São Paulo

Rodoviários de MG suspendem greve após acordo no TRT

O Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Rodoviário de Belo Horizonte e Região (STTRBH) aceitou acordo e suspendeu a greve iniciada à 0h desta segunda-feira (15) em Belo Horizonte e região metropolitana. O acordo no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), mediado pelo desembargador Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello, suspende os efeitos da liminar concedida na última sexta-feira (12) ao sindicato patronal que previa multa de R$ 300 mil a cada dia de paralisação. Nesta terça (16) está marcada nova audiência, dessa vez somente com o sindicato patronal. No encontro deverão ser discutidas as reivindicações dos trabalhadores.


Com a maioria das escolas em funcionamento, a greve dos professores da rede estadual de São Paulo se transformou em uma queda de braço entre o sindicato da categoria (Apeoesp), ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), e o governo do Estado, do PSDB. O secretário da Educação, Paulo Renato Souza, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, disse que o movimento é "eminentemente eleitoral". 

O movimento grevista foi decretado há uma semana e a principal reivindicação é um reajuste de 34,3%. "É uma politização, uma partidarização muito grande. Essa greve tem característica de ser eminentemente eleitoral", afirmou o Paulo Renato. A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, rebate a não adesão à greve, dizendo ser "mentira". 

Na sexta-feira, durante protesto na Avenida Paulista, Maria Izabel afirmou: "Não há problema em dizer que temos um lado político, o lado do magistério." A reportagem percorreu ontem diversas escolas nas regiões central, norte e leste da capital paulista e não encontrou nenhuma com aulas totalmente suspensas. A maioria dos colégios registrava apenas a falta de alguns professores. 

Até a semana passada, a Apeoesp dizia que 60% dos professores haviam aderido à greve. Na sexta-feira, a entidade estimou que 80% da categoria parou para ir à assembleia. Segundo a Secretaria da Educação, apenas 1% aderiu à greve. A Apeoesp planeja uma nova manifestação na sexta-feira, também no Masp. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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