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17/03/2010 - 10h18

Após abertura, dólar comercial cai 0,40%, a R$ 1,76

São Paulo - O dólar comercial abriu o dia em alta de 0,06%, negociado a R$ 1,765 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,06%, cotada a R$ 1,764. Pouco após a abertura, o dólar comercial passou a registrar perdas. Às 10h15, a moeda caía 0,40%, para R$ 1,76 no mercado interbancário de câmbio. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em alta de 0,08%, a R$ 1,7654.

A decisão dos Estados Unidos e do Japão de manterem suas taxas básicas próximas a zero alimenta a busca por ações e moedas de maior rentabilidade, o que pode ser um indicativo de pressão de queda do dólar no mercado doméstico.

Ontem, no entanto, o cenário brasileiro destoou do exterior, com a perspectiva, confirmada hoje, de que a demanda pelos papéis da OSX estaria mais fraca que a esperada. Houve ainda uma reversão de posições entre os que compraram dólares apostando em uma alta da Selic a partir de hoje. Nos últimos dias, eles mudaram de ideia.

Parte dos profissionais do mercado de câmbio está esta manhã reunida com o Banco Central (BC) no Rio de Janeiro, para conhecer o projeto "Modernização do Sistema Câmbio", em que a autoridade monetária apresenta propostas para renovar o Sisbacen Câmbio, sistema usado por bancos e corretoras para o registro das operações com moedas estrangeiras.

A intenção, segundo o BC, é simplificar e racionalizar os processos atualmente usados de forma a tornar o sistema mais simples, rápido e eficiente, com menos custos para as instituições financeiras. A assessoria do BC, no entanto, informou na semana passada que esse projeto não envolve mudanças regulatórias no mercado de câmbio, mas só na plataforma tecnológica, que é a mesma da década de 80.

Hoje será conhecido o fluxo cambial da semana passada e o volume de dólares adquirido pelo Banco Central até o dia 12 deste mês. O BC se tornou mais agressivo nas compras da primeira semana de março, quando engordou as reservas internacionais em US$ 797 milhões, com compras de, em média, US$ 159,4 milhões por dia. Além de esperar pela confirmação da nova estratégia, o mercado aguarda para o fim da tarde a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, que está em 8,75% ao ano desde julho de 2009.

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