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06/04/2010 - 10h35

Bolsas de NY abrem em baixa à espera da ata do Fed

Nova York - Após uma segunda-feira de ganhos, as Bolsas de Nova York abriram em baixa hoje, em dia de cautela, enquanto o mercado aguarda pela divulgação da ata da última reunião Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), às 15h (de Brasília). Às 10h33 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,41%, o Nasdaq perdia 0,47% e o S&P 500 cedia 0,49%. O petróleo, por sua vez, que ontem atingiu seu maior nível desde outubro de 2008 em Nova York, a US$ 86,90 por barril, subia 0,01%, para US$ 86,63 o barril.

A expectativa é de que a ata traga algum sinal sobre a estratégia do Fed em relação ao juro, já que o comunicado divulgado após o encontro não trouxe surpresa. Na reunião do dia 16 de março, o Fed manteve o juro na faixa de zero a 0,25% ao ano, nível em que se encontra desde dezembro de 2008, assim como não alterou a frase sobre manter os juros excepcionalmente baixos "por um período prolongado". Muitos analistas esperam que esse período acabe no segundo semestre, dando passagem a um ciclo aperto monetário.

O tom de cautela nesta manhã não turva, entretanto, os ganhos do primeiro trimestre. Especialmente porque as notícias vindas da economia nos últimos dias - dados de emprego, serviços e imóveis - são positivas e justificaram o otimismo do pregão de ontem, quando o Dow Jones atingiu o maior nível de fechamento desde 26 de setembro de 2008, época em que explodiu a crise financeira.

A visita do secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e do vice-presidente do Fed, Donald Kohn, à Índia também faz parte da agenda de hoje. O secretário disse nesta terça-feira que os dois países devem trabalhar juntos para promover o reequilíbrio global e que as perspectivas para EUA e Índia são "encorajadoras".

Enquanto Geithner visita a Índia, o ministro das finanças da Grécia, George Papaconstantinou, deve liderar um "roadshow" nos Estados Unidos, depois do dia 20 de abril, segundo a rede CNBC, para tentar levantar de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões com investidores. Preocupações com relação ao pacote de resgate fechado com a União Europeia mantém o país no foco das atenções hoje.

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