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16/04/2010 - 10h45

Bolsas de NY abrem em baixa com Google

Nova York - Ao final da semana que abriu a temporada balanços do primeiro trimestre, os ânimos devem ficar contidos no início dos negócios nas bolsas norte-americanas, que abriram em baixa, depois de o Google ter levantado preocupações com o crescimento de seus custos, após o fechamento do pregão de ontem. General Eletric (GE) e Bank of America divulgaram resultados melhores do que o esperado esta manhã. Às 10h43 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,16%, o Nasdaq cedia 0,45% e o S&P 500 recuava 0,35%.

No front dos indicadores, o Departamento do Comércio dos Estados Unidos informou que número de obras residenciais iniciadas no país avançou 1,6% em março, o terceiro mês seguido de alta, para o patamar anual sazonalmente ajustado de 626 mil unidades. Às 10h55 (de Brasília), serão divulgados os dados preliminares da Universidade de Michigan sobre a confiança do consumidor norte-americano. Ontem, dados de pedidos semanais de auxílio-desemprego voltaram a mostrar que o mercado de trabalho está enfrentando mais dificuldades para se recuperar. O número de pedidos subiu 24 mil, para 484 mil, na semana até 10 de abril, enquanto economistas esperavam queda de 15 mil pedidos.

Apesar do desapontamento com os dados de pedidos de auxílio-desemprego, as bolsas fecharam em leve alta ontem. O crédito foi para os dados animadores sobre a atividade industrial nos EUA em março e os fortes ganhos da UPS - foi o suficiente para que as bolsas de Nova York renovassem suas máximas.

As ações do Google caíram 4% no pré-mercado, ainda que o lucro líquido da empresa tenha disparado 37% no primeiro trimestre, superando as expectativas. Isso porque a companhia teve aumento de custos para US$ 4,3 bilhões no primeiro trimestre, de US$ 3,6 bilhões no mesmo período de 2009, com a contratação de 786 empregados neste início de ano, somando 20.621 funcionários, o maior aumento para um trimestre em dois anos.

O lucro da GE caiu 31% no primeiro trimestre deste ano, para US$ 1,95 bilhão (US$ 0,17 por ação), de US$ 2,83 bilhões (US$ 0,26 por ação) no mesmo período do ano passado. A receita caiu 4,8%, para US$ 36,61 bilhões, com a redução do tamanho de seus negócios financeiros. Analistas esperavam ganhos de US$ 0,16 por ação e receita de US$ 37,1 bilhões. A empresa, no entanto, disse que a melhora da economia irá ajudar no aumento dos lucros ao longo do ano.

Já o Bank of America (BofA) conseguiu sair do prejuízo de US$ 194 milhões no quarto trimestre do ano passado para lucro de US$ 3,2 bilhões no primeiro trimestre deste ano, ainda que a companhia tenha tido queda de 25% nos lucros em comparação ao primeiro trimestre de 2009.

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