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05/05/2010 - 01h12

PMDB adia apoio a Dilma

Brasília - Nem Dilma, nem Serra. A tendência do PP é ficar neutro nas eleições sem se coligar formalmente com a candidata do PT à Presidência ou com o tucano José Serra.

Na tentativa de atrair o partido do deputado Paulo Maluf (SP), Dilma Rousseff entrou ontem na operação política, sem resultado. Um fato, porém, animou os petistas: diminuíram as chances de o PP apoiar o PSDB depois que a parceria entre os dois partidos naufragou no Rio Grande do Sul. "Até a última semana de maio, vamos ter um posicionamento de todos os Estados sobre a aliança nacional" , afirmou o presidente do PP, senador Francisco Dornelles (RJ), cortejado para a vaga de vice na chapa de Serra. Ele almoçou ontem com Dilma.

Aliança. O PMDB decidiu ganhar tempo e adiou a formalização do apoio à candidatura de Dilma à Presidência. O partido quer resolver os problemas das alianças nos Estados, antes de se engajar na campanha de Dilma.

A decisão de protelar a oficialização do apoio à candidatura petista foi comunicada ontem à noite pelo presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), em jantar com Dilma. Temer é cotado para ser o candidato a vice na chapa da petista.

O PMDB só deverá bater o martelo sobre a aliança com o PT para as eleições presidenciais em 12 de junho. Antes, os peemedebistas pretendiam oficializar o apoio à petista no próximo dia 15. Além de tentar resolver as pendências estaduais entre os dois partidos, o PMDB quer analisar o desempenho de Dilma nas pesquisas eleitorais.

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