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13/05/2010 - 15h12 / Atualizada 13/05/2010 - 15h18

Bolsas europeias fecham em direções divergentes

Londres - As Bolsas da Europa fecharam em direções divergentes, em um dia marcado por fortes resultados corporativos e enfraquecimento do setor bancário. As preocupações com os efeitos das medidas de austeridade de alguns governos europeus sobre as economias mantiveram a cautela entre os investidores. Porém, a notícia de que Portugal se juntou à Espanha na promessa de cortar seu déficit orçamentário foi bem recebida.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou o dia em alta de 0,2%, aos 257,24 pontos. Em Londres, o índice FT-100 subiu 0,93%, para 5.433,73 pontos e, em Frankfurt, o DAX avançou 1,11%, para 6.251,97 pontos. Do lado das baixas, o índice CAC-40 de Paris caiu 0,06%, para 3.731,54 pontos, e o Ibex-35 de Madri recuou 1,11%, para 9.977,50. Em Atenas, o índice ASE cedeu 1,87%, para 1.716,80 pontos.

As ações dos bancos tiveram os piores desempenhos. Credit Agricole caiu 3,6%, após informar que seu lucro líquido ficou abaixo das expectativas no primeiro trimestre do ano. O francês Société Générale recuou 1,6%, o alemão Deutsche Bank caiu 1,5%, o espanhol BBVA registrou baixa de 1% e o Banco Nacional da Grécia teve queda de 2,5%. "Depois do quase pânico na semana passada, não seria uma surpresa ver um pouco de nervosismo residual", disse Bernard McAlinden, estrategista da NCB Stockbrokers.

Também colaborou para a cautela dos investidores o dado sobre pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na semana passada. Embora os pedidos tenham diminuído 4 mil, como era esperado, os analistas destacaram o aumento de 12 mil no número total de norte-americanos que recebiam auxílio-desemprego na semana encerrada em 1º de maio.

Entre os balanços divulgados hoje, na Espanha as ações da Telefónica fecharam em baixa de 2,5%, apesar do aumento de 2% no lucro líquido da empresa no primeiro trimestre deste ano. No Reino Unido, o BT Group disparou 11% após sair de prejuízo para lucro em seu quarto trimestre fiscal. O Grupo 3i, cujos resultados do ano fiscal que terminou em março superaram as estimativas, saltou 7,6%. As informações são da Dow Jones.

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