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14/05/2010 - 18h21 / Atualizada 14/05/2010 - 19h03

Petróleo fecha em queda, a US$ 71,61 o barril em NY

Nova York - A volatilidade dos mercados ampliou o temor relacionado aos estoques excedentes de petróleo nos Estados Unidos. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato futuro de petróleo com vencimento em junho fechou em queda de 3,75%, a US$ 71,61 o barril. Este é o nível de fechamento mais baixo desde 5 de fevereiro. No mercado eletrônico ICE de Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent com entrega em junho fechou em queda de 3,7%, a US$ 77,18 o barril - o menor fechamento desde 1º de março.

O petróleo motivou uma onda de vendas em oito das últimas nove sessões em Nova York. Os estoques elevados em Cushing, Oklahoma, ponto de entrega dos contratos da Nymex, estão criando um excedente de petróleo no curto prazo.

Grandes oscilações no mercado de petróleo são, com frequência, provocadas por especuladores, em contraposição a produtores e refinadores de petróleo que vão aos mercados futuros continuamente para, em geral, travar preços. Nesta sexta-feira, o euro atingiu seu ponto mais baixo em relação ao dólar desde outubro de 2008. "Enquanto o dólar continuar forte e os temores em relação ao euro continuarem intactos, o petróleo poderá continuar caindo", disse Kyle Cooper, analista da IAF Advisors, em Houston.

Apesar da queda já registrada, continua havendo um número significativo de apostas de que os preços vão subir por investidores que esperam uma reviravolta no mercado. Se estes investidores começarem a apostar no sentido contrário - de baixa -, um declínio maior dos preços é esperado.

Isso vai deixar sob alerta os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que há tempos afirmam que o preço do petróleo na faixa de US$ 70 a US$ 80 o barril atende ao interesse de todos, uma vez que financia o desenvolvimento de campos de petróleo e não prejudica a economia dos países consumidores. Recentemente, o ministro do Petróleo da Líbia disse que a Opep vai agir para cortar a produção se houver um declínio para US$ 60 o barril. As informações são da Dow Jones.

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