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17/05/2010 - 10h10 / Atualizada 17/05/2010 - 10h33

Dólar comercial abre em alta de 0,33%, a R$ 1,811

São Paulo - O dólar comercial abriu o dia em alta de 0,33%, negociado a R$ 1,811 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de sexta-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 1,58%, cotada a R$ 1,805. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em leve alta, de 0,09%, a R$ 1,806.

Hoje, o euro registra uma recuperação, mas não consegue grandes avanços. Nesta manhã, a moeda era cotada acima de US$ 1,23, após ter operado na casa do US$ 1,22 no pregão asiático, durante a madrugada. No Brasil, a crise europeia continua alimentando os temores quanto ao fluxo de recursos de curto prazo. A Friboi, por exemplo, anunciou que não vai realizar a esperada oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Esta é a segunda vez que a empresa adia os planos de captar recursos. O primeiro adiamento ocorreu em janeiro, quando a companhia paralisou a operação ao verificar a deterioração das condições de mercado.

A Friboi é a segunda empresa brasileira a declarar publicamente que está adiando operações de captação, depois do agravamento da crise europeia. Desde o início do mês, não houve registro de operações de captação de empresas nacionais no exterior. Em abril, o setor privado do Brasil conseguiu mais de US$ 5 bilhões no mercado internacional.

Mesmo com os problemas da Europa assombrando os mercados, os operadores acreditam que, se não houver novos sobressaltos, as tensões vão ser absorvidas. No Brasil, isso significaria queda na cotação do dólar ante real, já que os fundamentos internos continuam firmes e as incertezas em relação à Europa exigiram ajustes, mas não inverteram o cenário positivo para a economia.

Um dos motivos para que os investidores apostem na sustentação da tendência de queda do dólar é a percepção para a balança comercial, que ainda não foi afetada pelas tensões atuais. A pesquisa Focus divulgada hoje pelo Banco Central (BC) mostrou mais um aumento nas estimativas para o superávit comercial de 2010, que passou de US$ 13 bilhões para US$ 13,75 bilhões.

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