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25/05/2010 - 11h24 / Atualizada 25/05/2010 - 12h07

Alemanha quer ampliar proibição de venda a descoberto

Berlim - O Ministério de Finanças da Alemanha propôs ampliar a proibição de algumas vendas a descoberto (quando o investidor negocia um contrato futuro de um ativo mesmo sem possuí-lo na data do negócio, para lucrar na data de vencimento do contrato) para todas as ações e para derivativos relacionados ao euro que não são usados para proteção (hedge). As propostas foram delineadas pelo ministério em um rascunho de um projeto de lei que será discutido pelo gabinete alemão na próxima semana. Um novo "sistema de transparência" para vendas a descoberto também deve ser incluído nas propostas.

"A venda a descoberto de ações e dívida de governos da zona do euro que estão listadas em bolsas de valores domésticas em um mercado regulado serão proibidas", diz a proposta. O ministério descreveu sua opinião sobre um "sistema de transparência" que inclui a supervisão de alguns ativos descobertos pelo órgão regulador alemão, o BaFin, e sobre a divulgação obrigatória de grandes posições em vendas a descoberto.

A proibição expandida vai além da imposta sobre certas ações financeiras na semana passada. Na ocasião, a Alemanha proibiu o chamado "naked short-selling" em ações de 10 das principais instituições financeiras alemãs, em bônus governamentais denominados em euros e em swaps de default de crédito (CDS) relacionados a esses bônus. O "naked short-selling" ocorre quando um participante do mercado vende a descoberto um ativo financeiro sem antes ter tomado emprestado esse ativo ou sem ter garantias de que pode realizar tal empréstimo. As informações são da Dow Jones.

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