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26/05/2010 - 10h38 / Atualizada 26/05/2010 - 10h53

Bolsas de NY abre em alta com indicadores e OCDE

Nova York - As Bolsas de Nova York abriram em alta hoje, ajudadas pelo dado sobre encomendas de bens duráveis e pela elevação das estimativas de crescimento econômico divulgadas pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Às 10h35 (de Brasília), o Dow Jones ganhava 0,81%, o Nasdaq subia 1,29%, enquanto o S&P 500 avançava 1%. Os movimentos abruptos vistos nas duas últimas sessões em Nova York - uma abertura forte e um fechamento fraco na segunda-feira, seguidos por uma abertura fraca e um fechamento melhor ontem - destacam a falta de convicção dos investidores, segundo estrategistas. A volatilidade tem sido provocada principalmente pelas incertezas com a situação econômica dos países europeus, agravada ontem pela tensão entre as Coreias do Norte e do Sul.

"Nós geralmente vemos uma recuperação razoável em seguida a uma forte liquidação, à medida que a aversão ao risco diminui e os compradores que estavam à espera entram no mercado. Mas ainda não está claro onde estamos", afirmaram estrategistas do Danske Bank. As encomendas de bens duráveis cresceram 2,9% em abril, acima da previsão dos analistas de aumento de 2,2%. A OCDE, por sua vez, afirmou que os países-membros do grupo terão expansão combinada no Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% neste ano e de 2,8% em 2011, mais do que o crescimento de 1,9% e 2,5%, respectivamente, que a organização previa anteriormente.

No campo corporativo, Toll Brothers subia 3,1% no pré-mercado, depois que a construtora informou que seu prejuízo diminuiu no segundo trimestre fiscal e disse acreditar que uma recuperação no mercado imobiliário está a caminho. Citigroup avançava 4,2%. Hoje a Oppenheimer elevou sua classificação para as ações do banco. Os papéis de outros grandes bancos também subiam no pré-mercado, como Bank of America (+2,3%) e Morgan Stanley (+1,9%). Entre os eventos que ainda serão observados hoje pelo mercado estão os dados sobre vendas de imóveis residenciais novos e sobre estoques de petróleo, além do leilão de US$ 40 bilhões em T-notes de 5 anos pelo Departamento do Tesouro dos EUA. As informações são da Dow Jones.

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