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27/05/2010 - 10h37 / Atualizada 27/05/2010 - 11h50

Bolsas de NY abrem em alta com China

Nova York - Apesar dos indicadores de pedidos de auxílio-desemprego e Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos terem vindo abaixo do esperado, as Bolsas de Nova York abriram em alta hoje, ancoradas na notícia de que a China mantém seus investimentos de reservas na Europa. Após os dados do PIB, os índices futuros chegaram a reduzir alta. Mas, às 10h35 (de Brasília), o Dow Jones subia 1,72%, o Nasdaq ganhava 2,30% e o S&P 500 estava em alta de 1,92%.

A virada das bolsas de NY ontem, que haviam passado boa parte do pregão no azul e fecharam em baixa, veio com as informações de que China estaria revisando sua posição em títulos de dívida de países da zona do euro. Mas hoje um órgão do governo chinês negou a notícia e disse que a Europa continuará sendo um dos principais mercados para o investimento das reservas em moeda estrangeira do país, que estão hoje ao redor de US$ 2,5 trilhões.

Esta manhã, dois dados sobre a economia dos EUA vieram abaixo do esperado. O PIB revisado do primeiro trimestre cresceu 3%, de 3,2% na leitura anterior e abaixo dos 3,4% esperado por economistas, pressionado por gastos menores do consumidor e menor investimento pelas empresas. O número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu 14 mil, para 460 mil, enquanto economistas esperavam queda de 16 mil pedidos.

Os problemas e as preocupações em relação à Europa continuam firmes e fortes, mas projeções mais otimistas da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) para o crescimento da economia global divulgadas ontem ajudaram os investidores a tomar fôlego antes de uma nova rodada de turbulências.

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