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02/06/2010 - 09h49 / Atualizada 02/06/2010 - 10h01

Dólar comercial abre em alta de 0,44% a R$ 1,847

São Paulo - O dólar comercial abriu em alta ante o real hoje, negociado a R$ 1,847 nos primeiros contratos fechados no mercado interbancário de câmbio, um avanço de 0,44%. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu em alta de 0,73%, a R$ 1,8426. Hoje, a notícia que mantém os mercados internacionais reféns da incerteza e cautela é a renúncia do primeiro-ministro do Japão. Na Europa, não há novidades que acentuem o pessimismo dos últimos dias, mas também nada chancela melhora.

E o euro passeia pela casa de US$ 1,22, onde já passou boa parte do tempo ontem. A esperança recai sobre os indicadores norte-americanos previstos para o dia. Os dados dos Estados Unidos têm se mostrado melhores do que os europeus, ajudando a impedir que as economias emergentes mergulhem de vez na onda de aversão ao risco que ocorre nos países desenvolvidos. E, ainda assim, a perspectiva não é das melhores, já que a agenda dos EUA é fraca.

O dado mais relevante é o de vendas pendentes de imóveis residenciais em abril, que sai às 11 horas. A projeção é de crescimento das vendas de 5% ante março. Ao longo de todo o dia as atenções vão dirigir-se para as montadoras norte-americanas, que divulgarão, uma a uma, seus números de maio. As ações podem reagir, mexendo com as bolsas e reverberando no restante dos ativos. A expectativa é de que as vendas de automóveis no mês passado mostrem crescimento forte em relação ao mesmo período do ano passado, em função das promoções ligadas ao feriado do Memorial Day.

No Brasil, a agenda prevê números de fluxo cambial. Deve haver uma melhora no saldo do segmento comercial, já que a percepção dos especialistas é de que os exportadores estão aproveitando os momentos de pressão de alta das cotações do dólar para fazer vendas. Depois do resultado da balança comercial de maio, com superávit de US$ 3,4 bilhões, o governo revisou para cima as estimativas para as exportações. O número deste ano, que anteriormente era projetado em US$ 168 bilhões, passou para US$ 180 bilhões. Ainda assim, alertou que a estimativa é frágil já que boa parte dessa melhora está associada a aumentos de preços de commodities, o que pode ser revertido.

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