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10/06/2010 - 17h31 / Atualizada 10/06/2010 - 18h00

Dados externos animam e Bolsa fecha em alta de 2,55%

São Paulo - Os indicadores divulgados pela China abriram mais um dia de bom humor nos mercados acionários nesta quinta-feira. Mas, hoje, diferente da véspera, as Bolsas em Nova York e brasileira se mantiveram no mesmo rumo até o final graças a outras informações que "seguraram" os investidores na ponta compradora. Nos EUA, ajudaram a balança comercial e os pedidos de auxílio-desemprego e, no Brasil, a aprovação da proposta de capitalização da Petrobras e do projeto que cria o Fundo Social e o modelo de partilha para a exploração do pré-sal.

O Ibovespa terminou a sessão com variação positiva de 2,55%, aos 63.048,80 pontos. Na mínima, registrou 61.484 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 63.146 pontos (+2,71%). Com o resultado de hoje, zerou as perdas do mês, mas, no ano, registra queda de 8,08%. O giro financeiro totalizou R$ 5 bilhões. Os dados são preliminares.

As ações da Petrobras terminaram em alta, reagindo à aprovação ocorrida nesta madrugada no Senado, mas como os papéis já vinham precificando este movimento, os ganhos foram contidos. Petrobras ON avançou 1,13% e Petrobras PN, 1,18%. O petróleo também terminou com elevação, de 1,48%, a US$ 75,48 o barril, no contrato petróleo para julho negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex).

As commodities metálicas também tiveram fechamento positivo, na sua maioria, em razão dos números divulgados pela China. Pequim confirmou os dados antecipados ontem e que mostram que as exportações do país aumentaram 48,5% em maio ante maio de 2009 e o superávit atingiu US$ 19,53 bilhões, bem acima do US$ 1,68 bilhão de abril. Além disso, o país divulgou que os preços dos imóveis aumentaram 12,4% em maio, próximo do recorde de alta, de 12,8%, verificado em abril.

Nos EUA, os indicadores também ajudaram a puxar as bolsas: houve queda de 3 mil no número de pedidos de auxílio-desemprego, em linha com as previsões, e o déficit comercial do país foi ligeiramente melhor do que o previsto, ao atingir US$ 40,29 bilhões em abril, ante US$ 41 bilhões das estimativas. O Dow Jones terminou o dia em alta de 2,76%, aos 10.172,53 pontos. O S&P avançou 2,95%, aos 1.086,84 pontos, e o Nasdaq registrou variação positiva de 2,77%, aos 2.218,71 pontos.

De volta ao Brasil, apenas dois papéis do Ibovespa terminaram em baixa: Transmissão Paulista PN (-1,74%) e Eletropaulo PNB (-1,04%). As maiores altas do índice foram Agre ON (+6,58%), PDG ON (+6,40%) e MMX ON (+6,13%). O desempenho da sessão teve forte impulso das ações do setor siderúrgico e construção civil, além, claro, do dedo de Vale (a ON subiu 1,82% e a PNA, 1,98%).

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