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10/06/2010 - 14h30 / Atualizada 10/06/2010 - 14h36

Puxadas por China, Bolsas europeias fecham em alta

Londres - As Bolsas da Europa voltaram a fechar hoje em alta, sustentadas por robustos indicadores sobre as exportações da China, pelo sucesso de um leilão espanhol e pelas palavras do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. "Com portos seguros típicos como o dólar e o euro perdendo terreno hoje, talvez os investidores estejam agora desejando adicionar risco a suas carteiras, depois de terem visto mais uma vez vendas agressivas de ações", analisou Joshua Raymond, da City Index.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 1,58%, aos 248,46 pontos. O índice foi beneficiado pelos ganhos de companhias ligadas ao crescimento econômico, como a montadora Daimler (alta de 3,14%) e a mineradora Xstrata (avanço de 4,29%). Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,92%, aos 5.132,50 pontos. Em Frankfurt, o índice Dax avançou 1,20%, encerrando a sessão aos 6.056,59 pontos. Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 subiu 2,03%, para 3.516,64 pontos. O índice Ibex-35, da Bolsa de Madri, avançou 3,72%, para 9.198,20 pontos.

Hoje, a China confirmou que suas exportações aumentaram 48,5% em relação a maio do ano passado, para US$ 131,76 bilhões, depois de terem registrado em abril alta de 30,5%. O crescimento das importações foi de 48,3% sobre o total de maio de 2009, para US$ 112,23 bilhões.

Também hoje o BCE e o Banco da Inglaterra (BoE, o banco central inglês) mantiveram inalteradas suas taxas de juro, como já esperava o mercado. Pouco depois dos anúncios, Trichet, do BCE, disse que a instituição manterá suas medidas para dar liquidez aos mercados. O BCE tem comprado títulos de governos europeus como parte de um esforço para estabilizar os mercados.

Já o setor de petróleo e gás seguiu na contramão da maior parte do mercado, afetado pela queda de 6,65% no preço das ações da British Petroleum (BP). A petrolífera, que atualmente trabalha na tentativa de conter um extenso derramamento de óleo no Golfo do México, informou hoje que não estava ciente de nenhuma razão que justificasse o acentuado declínio de seus ADRs (recibos de ações) na Bolsa de Nova York ontem. Os ADRs da BP caíram 15,80% em Nova York. As informações são da Dow Jones.

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