! Bolsa sobe 0,88% e apura ganho de 3,13% na semana - 11/06/2010 - Agência Estado
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11/06/2010 - 17h43 / Atualizada 11/06/2010 - 18h09

Bolsa sobe 0,88% e apura ganho de 3,13% na semana

São Paulo - Depois das fortes altas de ontem, as bolsas de valores no Brasil e no exterior reduziram o ritmo, chegaram a transitar no negativo, mas se recuperaram no final da tarde. A Bolsa de Valores de São Paulo, apesar da queda dos papéis da Petrobras e de um movimento de realização de lucro, subiu mais forte, em especial perto do fechamento, evoluindo firme na casa dos 63 mil pontos. Nos Estados Unidos, o anúncio de que as vendas no varejo caíram em maio, contrariando as expectativas, levou as bolsas a mergulharem no vermelho, mas elas tiveram fôlego para reagir diante do anúncio do dado de aumento da confiança do consumidor.

O índice Bovespa terminou a sessão com variação positiva de 0,88%, aos 63.605,38 pontos. Na mínima, registrou 62.370,79 pontos (-1,08%) e, na máxima, os 63.766,11 pontos (+1,14%). Na semana, a alta acumulada é de 3,13%. Com o resultado de hoje, a bolsa brasileira sobe 0,89% no mês, mas no ano registra queda de 7,26%. O giro financeiro totalizou R$ 4,133 bilhões. Os dados são preliminares.

A queda das ações da Petrobras foi o fator predominante na desaceleração do ritmo do Ibovespa em relação a ontem. Se ontem a aprovação do projeto de capitalização da estatal no Senado motivou a valorização do papel, hoje o mercado se questionava sobre o tamanho da operação. O receio é que a empresa decida pela emissão de ações em um volume muito alto que resulte em superoferta e segure os preços. Além disso, o papel hoje foi prejudicado pela queda na cotação do petróleo.

Em Nova York, os preços dos contratos futuros do petróleo com vencimento em julho perderam US$ 1,70, ou 2,25%, fechando a US$ 73,78 por barril. O declínio foi o maior em uma semana e interrompeu um rali de três dias que elevou os preços em pouco mais de US$ 4 por barril, para o maior nível em quatro semanas ontem. Em Londres, na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para julho caiu US$ 0,94, ou 1,25%, para US$ 74,35 por barril. Diante desse quadro, Petrobras ON recuou 1,12%, para R$ 34,55, e Petrobras PN, 0,94%, a R$ 29,62.

Nos EUA, os dados sobre as vendas no varejo mostraram recuo. Mas as bolsas reagiram ao dado mais animador do aumento do índice de confiança do consumidor. Lá, as vendas inesperadamente caíram em maio, à medida que os consumidores norte-americanos diminuíram seus gastos com produtos, como carros e roupas. Segundo o Departamento de Comércio do país, as vendas recuaram 1,2% no mês passado, contrariando a previsão dos economistas ouvidos pela Dow Jones, que era de alta de 0,2%. O declínio foi o maior e o primeiro desde setembro de 2009. Já o dado sobre o índice de sentimento do consumidor medido pela Reuters/Universidade de Michigan subiu para 75,5 em meados de junho, do nível de 73,3 em maio. O resultado ficou acima da previsão de 74,0. Em Wall Street, o Índice Dow Jones terminou em alta de 0,38%, aos 10.211,07 pontos. O S&P avançou 0,44%, a 1.091,60 pontos, e o Nasdaq registrou variação positiva de 1,12%, para 2.243,60 pontos (os dados preliminares).

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