UOL Notícias Notícias
 
18/06/2010 - 10h42 / Atualizada 18/06/2010 - 11h14

Bolsas de NY abrem em alta em dia de vencimentos

Nova York - As Bolsas de Nova York abriram em alta hoje, em dia sem nenhum indicador a ser divulgado, e promessa de volatilidade, em razão do vencimento quádruplo de contratos futuros e opções em Wall Street. Além disso, os investidores já começam a mirar a reunião do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), nos dias 26 e 27 de junho, em Toronto, no Canadá, e continuam atentos aos riscos da situação fiscal na Europa, com Espanha no foco desta vez. Às 10h38 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,13%, o Nasdaq ganhava 0,08% e o S&P 500 avançava 0,09%. Vencimento quádruplo é quando expiram ao mesmo tempo índices futuros de ações, futuros de ações individuais, opções de ações e opções de índices, o que ocorre sempre na terceira sexta-feira de março, junho, setembro e dezembro.

Para esquentar o clima para a reunião do G-20, o presidente Barack Obama enviou hoje carta aos países participantes onde fala das "fraquezas significativas" entre as principais e mais desenvolvidas economias do mundo e disse que é essencial "termos uma recuperação sustentável que crie os bons empregos que nosso povo precisa". Na carta, Obama diz que o foco do encontro da próxima semana deve estar em estabilizar a dívida pública, ao mesmo tempo em que alerta as nações para terem cautela na retirada dos programas de estímulo. Já a China teria avisado as grandes economias a não usarem a reunião do G-20 como plataforma para criticar a política monetária chinesa, dizendo que "apontar o dedo" é prejudicial à economia global.

Nos EUA, a BP se recusa a sair das manchetes dos jornais. A capa do The New York Times informa que o êxito do presidente Obama em forçar a BP a criar um fundo de compensação de US$ 20 bilhões revigorou o debate sobre o alcance do poder do governo. Os ADRs da BP subiam mais de 2% no pré-mercado e as ações tinham alta de mais de 4% na bolsa de Londres. O The Wall Street Journal traz na capa que o executivo-chefe da BP, Tony Hayward, está situação complicada, depois de ter pedido desculpas pelo acidente ontem no Comitê de Energia e Comércio da Câmara e ter repetido que não estava envolvido nas decisões que precederam a explosão da plataforma e vazamento de petróleo no Golfo do México. Hoje, a Moody's rebaixou mais o rating da BP, em três níveis, de Aa2 para A2, citando a piora do impacto do desastre.

Siga UOL Notícias

Tempo

No Brasil
No exterior

Trânsito

Cotações

  • Dólar comercial

    16h59

    0,95
    3,157
    Outras moedas
  • Bovespa

    17h28

    -1,26
    74.443,48
    Outras bolsas
  • Hospedagem: UOL Host