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18/06/2010 - 17h26 / Atualizada 18/06/2010 - 17h35

Ibovespa cai 0,16% no dia, mas ganha 1,31% na semana

São Paulo - A ausência de indicadores relevantes e o noticiário esvaziado deram espaço para um pregão técnico na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), pautado pelo vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira. O vencimento múltiplo em Wall Street, exercício que ocorre quatro vezes por ano nas Bolsas norte-americanas, também contribuiu para a volatilidade da sessão.

O índice Bovespa terminou o pregão em baixa de 0,16%, aos 64.437,58 pontos. Na mínima, registrou 64.239 pontos (-0,47%) e, na máxima, os 64.941 pontos (+0,62%). No mês, acumula alta de 2,21% e, no ano, perda de 6,05%. Na semana, o índice subiu 1,31%. O giro financeiro totalizou R$ 6,557 bilhões. Os dados são preliminares.

Nos EUA, os índices oscilaram bastante e, no final, terminaram em alta. Além do exercício quádruplo, o noticiário corporativo ganhou amplitude. O Dow Jones terminou em alta de 0,16%, aos 10.450,64 pontos, o S&P avançou 0,13%, aos 1.117,51 pontos, e o Nasdaq subiu 0,11%, aos 2.309,80 pontos.

Na Europa, o sinal não foi uniforme, com os investidores divididos entre o declínio dos papéis do setor farmacêutico e o avanço das ações de bancos, que reagiram positivamente à notícia de que os líderes da União Europeia divulgarão os resultados dos testes de estresse realizados com os 25 maiores instituições financeiras europeias.

De volta ao Brasil, Vale ON terminou em baixa de 0,95% e Vale PNA, de -1,33%. Os papéis acompanharam o recuo dos preços dos metais nas bolsas de mercadorias. Petrobras ON terminou com baixa de 0,41% e Petrobras PN, de -0,10%. O mercado ainda aguarda o anúncio do plano de investimentos da Petrobras para o período de 2010 a 2014.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo com vencimento em julho terminou com elevação de 0,51%, a US$ 77,18 o barril. Cabe registrar que a agência de classificação de risco de crédito Moody's rebaixou nesta sexta-feira o rating da British Petroleum (BP) em três notas, em razão dos custos dos trabalhos da companhia para controlar o vazamento de petróleo no Golfo do México e a exposição da BP aos processos judiciais em consequência do acidente.

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