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21/06/2010 - 10h53 / Atualizada 21/06/2010 - 11h04

Bolsas de NY abrem em alta sob a influência da China

Nova York - As Bolsas de Nova York abriram o dia em alta, impulsionadas pela sinalização de que o câmbio chinês será flexibilizado. A notícia, que garantiu ganhos nas Bolsas da Ásia, esquenta o pregão na Europa e os preços das commodities (matérias-primas). No foco da semana está a reunião do G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo) em Toronto, no Canadá, além do vazamento de petróleo no Golfo do México. Às 10h50 (de Brasília), o índice Dow Jones avançava 1,06%, o Nasdaq registrava alta de 0,96% e o S&P 500 subia 0,95%.

No sábado, o Banco do Povo da China (o banco central do país) decidiu flexibilizar a taxa de câmbio, que foi atrelada ao dólar em 2008. Mas ao contrário do ajuste de alta feito na moeda em 2005, a China avisou o ajuste não será um único, mas gradual. A decisão alivia os receios da China de que o assunto pudesse estar nos holofotes da reunião do G-20. Na reunião, o presidente dos EUA, Barack Obama, deve manter o discurso da carta que enviou aos líderes do grupo na última sexta-feira, sobre a necessidade das nações em estabilizar a dívida pública mantendo, ao mesmo tempo, cautela na retirada dos programas de estímulo.

Na semana, merecem atenção ainda o comunicado da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), na quarta-feira, que deve manter a taxa de juro inalterada na faixa de zero a 0,25%. No entanto, o Fomc pode dar sinais sobre o quanto está distante o início do ciclo de aperto monetário (alta de juros).

Entre as ações que devem movimentar o pregão de hoje estão novamente as da British Petroleum (BP). A gigante do petróleo admitiu que os custos para limpeza do vazamento de petróleo no Golfo do México, que já dura 63 dias, devem chegar a US$ 2 bilhões. De acordo com o The Wall Street Journal, já existem mais de 65 mil ações movidas contra a BP e mais de 32 mil pagamentos foram feitos às pessoas que tiveram prejuízos com o acidente, num total de US$ 105 milhões. Segundo a empresa, no pior cenário, o derramamento pode chegar a 100 mil barris por dia, o que é muito acima dos 60 mil barris por dia estimados pelo governo norte-americano.

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