UOL Notícias Notícias
 
22/06/2010 - 17h46 / Atualizada 22/06/2010 - 18h04

Petróleo cai a US$ 77,21 com dados fracos dos EUA

Nova York - Os preços dos contratos futuros do petróleo fecharam em queda, pressionados pela divulgação de leituras fracas em indicadores sobre as vendas de residências e a atividade industrial dos EUA. "Tivemos um enfraquecimento em conjunto com os números ruins sobre as moradias, as vendas de ações e o enfraquecimento do euro", disse Jim Ritterbusch, presidente de negociações da consultoria Ritterbusch & Associates.

As vendas de imóveis residenciais usados caíram 2,2% em maio nos EUA, segundo a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis do país (NAR, na sigla em inglês) contrariando a previsão dos economistas ouvidos pela Dow Jones, de alta de 5,5%. Além disso, o Fed de Richmond informou que o índice sobre atividade no setor de manufatura na região caiu para 23 em junho, de 26 em maio.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato futuro do petróleo de julho, que expirou hoje, caiu US$ 0,61, ou 0,78%, para US$ 77,21 por barril, com máxima de US$ 78,10 e mínima de US$ 76,53 ao longo da sessão. O contrato do petróleo para agosto, que passa a ser o de vencimento de referência mais próximo, recuou US$ 0,76, ou 0,97%, para US$ 77,63 por barril, com máxima de US$ 78,90 e mínima de US$ 77,33 durante a sessão.

Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para julho perdeu US$ 0,78, ou 0,98%, para US$ 78,04 por barril.

Peter Beutel, analista da Cameron Hanover, disse a clientes em uma nota que a notícia sobre a flexibilização do câmbio na China, divulgada recentemente, não ofuscou a série de indicadores decepcionantes sobre a economia mundial e a demanda opaca por energia. "Levará tempo e constante dedicação por parte da China para permitir que o yuan flutue livremente antes disso se tornar um remédio para todos os males do mundo", acrescentou.

Amanhã o Departamento de Energia dos EUA divulgará seu relatório semanal a respeito da posição dos estoques norte-americanos de petróleo e derivados. Analistas consultados pela Dow Jones preveem um declínio de 1 milhão de barris nos estoques de petróleo, um aumento de 300 mil barris nos de gasolina e uma alta de 1,2 milhão de barris nos de destilados - categoria que inclui o diesel e o óleo para calefação. As informações são da Dow Jones.

Siga UOL Notícias

Tempo

No Brasil
No exterior

Trânsito

Cotações

  • Dólar comercial

    16h59

    0,29
    3,167
    Outras moedas
  • Bovespa

    17h30

    -0,17
    74.318,72
    Outras bolsas
  • Hospedagem: UOL Host