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29/06/2010 - 10h18 / Atualizada 29/06/2010 - 10h33

Bovespa abre em baixa, pressionada pelo exterior

São Paulo - O dia promete ser nervoso na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em função do clima de aversão ao risco que impera no exterior. O que assusta os investidores é a possibilidade de desaceleração da economia chinesa, após o Conference Board ter revisado o indicador antecedente para o país asiático em abril, de alta de 1,7% para 0,3%. Às 10h15 (horário de Brasília), o índice Bovespa (Ibovespa) recuava 1,89%, para 63.013 pontos.

No exterior, as perdas se espalham por todos os lados. As bolsas europeias recuam mais de 2% e os índices futuros em Nova York têm baixas superiores a 1%, dando sequência ao movimento de vendas iniciado na Ásia. Hoje, o índice Xangai Composto desabou 4,3%, ao menor nível em 14 meses. Já a Bolsa de Hong Kong recuou 2,3%, enquanto o índice Nikkei fechou em baixa de 1,3%.

Para a Bovespa, que tem grande exposição a commodities (matérias-primas), principalmente as metálicas, a notícia sobre a China deve provocar um forte ajuste negativo nos preços das ações. "Essa notícia deve mudar o sentimento positivo na Bovespa", disse um operador, lembrando que o mercado acionário vinha tentando se segurar em alta, apesar do baixo giro financeiro.

As ações da Vale estão entre as candidatas às maiores perdas, já que os metais apresentam um quadro ruim. Analistas citam ainda outra notícia negativa. Ontem à tarde, a mineradora informou a saída de Fabio de Oliveira Barbosa da diretoria executiva de Finanças e Relações com Investidores. Ele deverá ser substituído por Guilherme Perboyre Cavalcanti, cujo nome será submetido à aprovação do Conselho de Administração da mineradora em sua próxima reunião.

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