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07/07/2010 - 17h56 / Atualizada 07/07/2010 - 18h03

Petróleo fecha em alta a US$ 74 com avanço das Bolsas

Nova York - Os preços dos contratos futuros do petróleo fecharam em alta, impulsionados pelo avanço dos mercados de ações dos EUA, considerado pelos investidores como um indicador positivo sobre a saúde da economia norte-americana. O preço do petróleo também repercutiu a possibilidade de um furacão se formar no Golfo do México e afetar a produção da commodity na região.

Segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC), há uma chance de 50% de um sistema de baixa pressão localizado na parte ocidental do Golfo do México tornar-se um furacão nos próximos dias.

O contrato do petróleo para agosto negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) subiu US$ 2,09, ou or 2,90%, para US$ 74,07 por barril, com mínima de US$ 71,44 e máxima de US$ 74,56 ao longo da sessão, Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para agosto avançou US$ 2,06, ou 2,88%, para US$ 73,51 por barril.

Nas últimas duas semanas, tanto os preços do petróleo quanto os índices do mercado de ações dos EUA registraram queda, pressionados pela divulgação de uma série de indicadores pouco promissores sobre a economia. Hoje, porém, não foram divulgados indicadores importantes nos EUA e as bolsas receberam suporte de uma previsão de lucro promissora da gerente de fundos State Street, que puxou para o território positivo principalmente os papéis do setor financeiro.

O tradicional aumento no consumo de gasolina nos EUA durante o verão, que geralmente ajuda os preços a subir, aparentemente não ocorreu nesse ano. Segundo um relatório da Mastercard Advisors, a demanda pelo combustível durante o feriado prolongado do Dia da Independência foi menor do que no feriado prolongado do Memorial Day pela primeira vez desde 2007.

Amanhã, o Departamento de Energia dos EUA divulgará o relatório semanal sobre a posição dos estoques de petróleo e derivados do país. Analistas consultados pela Dow Jones acreditam que o órgão divulgará um declínio de 1,8 milhão de barris nos estoques de petróleo, queda de 500 mil barris nos de gasolina e aumento de 1,4 milhão nos de destilados. As informações são da Dow Jones.

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