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08/07/2010 - 10h37 / Atualizada 08/07/2010 - 10h40

Bolsas de NY abrem em alta com dado nos EUA

Nova York - As Bolsas de Nova York abriram em alta hoje, graças à divulgação de um número menor de pedidos de auxílio-desemprego do que se esperava. Às 10h35 (de Brasília), o Dow Jones ganhava 0,55%, o Nasdaq subia 0,66% e o S&P avançava 0,63%. Para reforçar o otimismo, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou projeções mais otimistas para o crescimento global e várias redes varejistas dos Estados Unidos também divulgaram hoje resultados positivos para as vendas de junho. O número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu 21 mil, para 454 mil, após ajustes sazonais, na semana até 3 de julho, uma queda maior do que a de 12 mil pedidos esperados por economistas. Ainda hoje, às 16 horas (de Brasília), serão divulgados os dados de crédito ao consumidor em maio.

Detalhes sobre os testes de estresse nos bancos europeus ajudaram a impulsionar as bolsas ontem. O Dow Jones fechou acima dos 10 mil pontos (+2,82%); o Nasdaq subiu 3,13%, em 2.159,47 pontos, enquanto o S&P-500 fechou em alta 3,13%, em 1.060,27 pontos. No final das contas, os testes nos 91 bancos da zona do euro não deverão ser tão duros como se pensava nem tão onerosos para os bancos, o que ajudou a erguer as ações do setor. Nas bolsas europeias, os papéis do banco operam em alta pelo segundo dia consecutivo.

Um sinal de que talvez o buraco não seja tão fundo como tantos temem, o FMI elevou a estimativa para crescimento global em 2010 para 4,6%, de 4,2% do relatório anterior, e de 7,1% para a economia brasileira. A projeção para expansão mundial foi mantida em 4,3% e em 4,2% para o Brasil. Já o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, disse hoje que o atual nível dos juros continua apropriado e que fará ajuste na liquidez de modo apropriado no futuro. O BCE e o BC inglês não mexeram na taxa na reunião de hoje, que seguem em 0,5% ao ano na Inglaterra e em 1% ao ano na zona do euro. Trichet disse também que a recuperação econômica não será uniforme e que alguns países terão de fazer um corte maior no déficit do que outros.

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