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11/07/2010 - 10h00 / Atualizada 11/07/2010 - 10h25

Deixou o carro no valet? Cuidado, ele pode estar na rua

São Paulo - As regras para o funcionamento dos valets já haviam sido abrandadas em São Paulo há pouco mais de um ano. Mas nem isso fez as empresas passarem a respeitar seus limites. Pelo contrário. Muitos clientes ainda têm seus carros parados nas ruas - embora acreditem que estejam em estacionamentos. Além disso, o restante da população sofre com "truques" que praticamente extinguem as vagas nas ruas paulistanas.

O decreto do prefeito Gilberto Kassab (DEM), em abril do ano passado, autorizou valets a estacionar veículos dos clientes em postos de gasolina e terrenos vazios, entre outros locais. Foi um abrandamento da regra e ampliação das opções para esses estabelecimentos, que cobram entre R$ 10 e R$ 45 dos clientes. Parar na rua continua proibido.

Mas não é o que se vê nas vias públicas de São Paulo. "É a noite inteira com barulho de alarme de carro, escapamento aberto e gente cantando pneu", diz o professor Domingos Marchetti, de 55 anos. Ele vive com a mulher em rua estritamente residencial da Vila Madalena, zona oeste - a 400 metros dos bares. Apesar de o barulho dos estabelecimentos não chegar a eles, os valets transformaram a região em um estacionamento ao ar livre.

Os principais pontos usados pelos valets são a Rua Zapara e a Praça Lineu Prestes, onde dezenas de carros ficam parados. Durante toda a noite, há manobristas correndo de um lado para outro para levar e buscar automóveis. Para não deixar o cliente esperando, abusam da velocidade e realizam manobras bruscas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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