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16/07/2010 - 10h17

Bovespa abre em baixa com dúvida dos investidores

São Paulo - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em baixa hoje e se prepara para terminar mais uma semana sem direção definida e com volume financeiro baixo, refletindo a dúvida dos investidores sobre a duração e intensidade da desaceleração da economia chinesa e a preocupação com a demora na recuperação da economia norte-americana. Para hoje, com os índices de ações em Nova York operando sem definir direção e as commodities registrando oscilações estreitas, a Bovespa deve seguir patinando, em torno dos 63 mil e 64 mil pontos. Às 10h15, o índice Bovespa (Ibovespa) recuava 0,22%, aos 63.350 pontos.

O vencimento de opções sobre ações na segunda-feira pode vir a imprimir uma pressão negativa às ações líderes, Petrobras e Vale, pressionando o Ibovespa. Há muitas opções em Petrobras. A série que deve render mais disputa, segundo operadores, é a de Petrobras preferencial (PN) com aposta em R$ 27,60. Como o papel fechou ontem muito próximo disso, a R$ 27,11, os investidores podem tentar segurar o preço da ação para não exercer a opção. Esse é o mesmo caso de Vale. A disputa maior deverá ser travada na série com aposta em R$ 39,64. Ontem, a PNA fechou em R$ 37,93.

Nos Estados Unidos, os índices futuros operam em direções contrárias, mas com pequenas variações, com o mercado digerindo os balanços divulgados, que mostram resultados mistos. General Eletric e Bank of America trouxeram números melhores do que o esperado, mas em contrapartida o Citibank anunciou resultado decepcionante, da mesma forma que o Google ontem à noite. A divulgação mais tarde do sentimento da Universidade de Michigan pode dar uma definição melhor dos negócios lá fora.

Na Europa, as bolsas sobem influenciadas pela alta forte das ações da BP, que ontem conseguiu estancar o vazamento de óleo no Golfo do México pela primeira vez em três meses. Hoje deve ser um dia decisivo para o futuro da Vivo. O conselho de diretores da Portugal Telecom (PT) se reúne para decidir se aceita ou não a oferta da espanhola Telefónica pela fatia que a companhia portuguesa possui na Vivo. A Telefónica também marcou uma reunião de diretores para hoje, dia em que expira o prazo dado para que a PT aceite a oferta.

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