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26/07/2010 - 10h35

Bolsas de Wall Street abrem em alta

Nova York - As bolsas de Nova York iniciaram a semana em alta. ÀS 10h31, o índice Dow Jones subia 0,13% para 10.439,61; Nasdaq avançava 0,10% a 2.271,31 pontos e o S&P 500 tinha ganho de 0,14% para 1.104,17 pontos. Os investidores vão voltar a se concentrar na temporada de balanços corporativos, já que os testes de estresse dos bancos europeus ficaram para trás.

Na sexta-feira, as bolsas dos EUA fecharam em alta, impulsionadas por notícias de que a maioria dos bancos europeus passou nos testes de estresse. No entanto, os analistas ainda debatem a credibilidade e o rigor das avaliações. As ações do alemão Deutsche Bank negociadas em Nova York caíam, após relatos de que ele e vários outros bancos da Alemanha não forneceram todos os detalhes sobre a dívida soberana que detêm.

De todo modo, Wall Street deverá deixar os testes de estresse para trás. "No que tem relação com os EUA, os balanços continuam sendo o principal", afirmou Mike Lenhoff, estrategista do Brewin Dolphin Securities, em Londres. "No fim desta semana, dois terços dos componentes do S&P 500 terão revelado seus resultados trimestrais e eles deverão ser bons", disse.

Hoje não está prevista a divulgação de nenhum balanço relevante, mas a empresa de entregas expressas FedEx elevou a projeção para ganhos no seu primeiro trimestre fiscal, encerrado em 31 de agosto. A companhia prevê lucro entre US$ 1,05 e US$ 1,25 por ação, acima da estimativa anterior de ganhos de US$ 0,85 a US$ 1,05. Para todo o ano, a FedEx agora espera lucro por ação entre US$ 4,60 e US$ 5,20, em vez de entre US$ 4,40 e US$ 5,00.

Ainda no campo corporativo, os papéis da BP subiam. No fim de semana relatos da imprensa indicaram que o executivo-chefe da companhia britânica, Tony Hayward, está negociando sua saída do conselho de diretores da empresa e poderá ser substituído por Robert Dudley, que assumiu o controle dos esforços diários de limpeza do vazamento de petróleo no Golfo do México.

Já no front macroeconômico, o primeiro indicador anunciado nesta manhã foi fraco. Segundo o Federal Reserve (Fed, banco central americano) de Chicago, o índice de atividade nacional dos EUA caiu para -0,63 em junho, de 0,31 em maio, enquanto a média móvel do índice em três meses caiu para -0,05, de 0,31 em maio. A queda da média móvel, que é mais observada pelo mercado, segue-se a quatro meses seguidos de melhora, ilustrando a fragilidade da recuperação da economia dos EUA.

Às 11h (de Brasília), o Departamento de Comércio divulga o dado sobre vendas de imóveis residenciais novos e às 11h30 o Fed de Dallas anuncia o índice de atividade das empresas. As informações são da Dow Jones.

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